domingo, 2 de dezembro de 2018

Capitão Styvenson: Sem o mínimo de moralidade, não adiantam reformas


Senador eleito afirma que é preciso manter, no exercício do mandato, a coerência com uma atuação “íntegra e justa
Senador eleito, o capitão da Polícia Militar Styvenson Valentim (Rede Sustentabilidade) afirma que a prioridade é manter, no exercício do mandato, a coerência. Isso significa, disse o senador eleito, ter uma atuação íntegra, justa e de acordo com a moralidade. Segundo o capitão, isso vai assegurar que, ao atuar no Senado, continue a ser como à população o conheceu.

Nesta entrevista, Styvenson também confirma que terá que deixar o partido Rede Sustentabilidade, legenda pela qual concorreu nas eleições. O Rede não alcançou a cláusula de barreira e, portanto, não terá bancadas no Congresso Nacional. Isso impõe a troca de partido. O capitão diz que não escolheu a nova legenda partidária à qual vai se filiar.

Ele concedeu a entrevista que segue na Escola Estadual Maria Ilka de Moura, no bairro do Bom Pastor. A escola foi recuperada por iniciativa do militar. “As crianças acreditam muito em mim”, disse .


O que o senhor pretende priorizar no mandato que inicia em fevereiro?

É cumprir e ter coerência com o que disse até aqui, além de manter a forma como as pessoas sabem que eu sou, uma pessoa íntegra, justa e dentro da moralidade. Os outros assuntos ficam até mais fáceis de serem discutidos quando se tem uma postura, que a pessoa mantém em qualquer lugar. Não adianta querer discutir Previdência, reforma tributária ou qualquer outro assunto pertinente, se não houver o mínimo de moralidade. Então, vejo hoje, na sociedade, que as pessoas se espelham muito no capitão Styvenson ou buscam nele essa esperança. Esse é o motivo das pessoas acreditarem. Estou aqui nessa escola... As crianças acreditam muito em mim. Essa escola é aqui e ao lado está a minha ex-Companhia. Não comando mais a Companhia. Fui tirado de lá por causa da política e tenho muita responsabilidade e obrigação com os estudantes. Então, a minha prioridade, minha preocupação, é cumprir o que as pessoas querem que eu faça. Continue lendo aqui...

Tribuna do Norte

Semsur anuncia nova restauração da estátua de Iemanjá, na Praia do Meio


Seis meses depois do último conserto, feito após o braço ter sido quebrado por vândalos, a estátua de Iemanjá, na Praia do Meio, voltará a ser restaurada, de acordo com a Secretaria de Serviços Urbanos de Natal (Semsur).

Na época, a vereadora Natália Bonavides (PT) se solidarizou com o movimento negro e a população de terreiros. Ela encaminhou ofício cobrando o reparo da estátua e providências da Prefeitura do Natal para coibir esse tipo de violência simbólica na capital.

Considerada no Brasil como a “mãe” do Candomblé, Iemanjá tem a estátua de concreto e ferro de Natal como alvo de depredações desde 2004. O monumento foi erguido há quase 20 anos pelo escultor potiguar Etewaldo Santiago, e sua manutenção é feita por integrantes da Federação de Umbanda e Candomblé do Rio Grande do Norte.

Em 2015, especificamente no dia 2 de fevereiro, data em que se comemora o Dia de Iemanjá, a imagem foi danificada no pescoço e parte do busto. Em março de 2014, a estátua teve parte do braço esquerdo destruído. Já em janeiro de 2012, na véspera do Dia de Iemanjá, a escultura teve as duas mãos arrancadas. Até hoje, ninguém foi responsabilizado na lei pelos atos de vandalismo.

Agora RN

Fim de restrição para pesca vai beneficiar 10 mil no RN, diz secretário


A Câmara dos Deputados derrubou nesta semana uma portaria do Governo Federal que restringia a pesca de várias espécies de peixe em águas continentais, ou seja, em rios, lagos e até açudes na região hidrográfica do Atlântico Norte – que compreende os estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas.

Para o subsecretário de Pesca e Aquicultura do Estado, Antonio-Alberto Cortez, foi a melhor notícia para o setor de pesca neste fim de ano. “Com o fim da portaria e como estamos no período de defeso, que é quando os pescadores não podem exercer suas atividades porque várias espécies de peixes estão em fase de reprodução, pelo menos eles vão receber o seguro-defeso, que é um valor pago a eles neste período, pelo fato deles serem proibidos por lei de exercerem outra função”, explicou Cortez.

Dos 25 mil pescadores existentes no Rio Grande do Norte, pelo menos 10 mil serão beneficiados com a revogação da portaria, que dificultava o recebimento deste benefício previdenciário.

De acordo com Cortez, a portaria é no mínimo “infeliz” porque é um instrumento de ataque ao pescador artesanal, o mais humilde de todos. A portaria dizia que onde existe a possibilidade de pesca alternativa, o seguro-defeso – quantia no valor de um salário mínimo – não deveria ser pago.

O problema, segundo Cortez, vinha justamente para quem não pesca no oceano, que ficava sem poder trabalhar, sem receber e ainda com outro agravante: viver debaixo do sol escaldante da seca que fez secar rios, lagos e açudes. “Mesmo sem defeso, eles não têm onde pescar”, complementou Cortez. O governo se comportava como se não houvesse piracema, restringindo o pagamento aos pescadores.

No caso de quem pesca no oceano, não se deve pescar lagosta 1º de dezembro até 28 de fevereiro, por causa do período de defeso. No caso dos peixes, a metodologia deve ser modificada no sentido de não se utilizar redes e sim a pesca de linha de anzol, a partir de janeiro até maio de 2019.

Para Cortez, o ideal seria alguma lei que beneficiasse os pescadores dos rios, lagos e açudes no período de estiagem – como este – com o pagamento de um seguro ou de uma cesta de alimentos. “As pessoas não entendem, mas se estes pescadores exercerem outras atividades, eles perdem o que é garantido por lei a eles”, frisou Cortez.

Metade dos pacientes internados no Walfredo Gurgel são motociclistas acidentados

Continua preocupante o número de acidentes de trânsito envolvendo motocicletas no Hospital Walfredo Gurgel (HWG). Somente de janeiro a junho de 2018, já foram contabilizadas 3.199 vítimas, média de 17,7 atendimentos diários. No ano passado, 8.010 motociclistas deram entrada no maior hospital do Rio Grande do Norte, média de 21 acidentados por dia.

Segundo estatísticas do HWG, em 2004, a instituição obteve a média mais baixa de acidentes envolvendo motociclistas, quase 5 vítimas por dia. De lá para cá, o índice vem subindo a cada ano. Em 2014, 7.380 pessoas deram entrada no HWG com algum trauma sofrido em trânsito. No entanto, a situação em 2015 foi considerada a mais crítica, com 10.411 acidentados, uma média de 29 pessoas atendidas diariamente no hospital.

Para o chefe de Cirurgia Geral do Hospital Walfredo Gurgel, Ariano Oliveira, quase metade dos pacientes que se encontram internados nos corredores são vítimas de acidentes com motocicleta. A maioria com idade entre 17 e 45 anos, do sexo masculino.

“As lesões geralmente são graves, como amputações e fraturas expostas, já que o corpo é o próprio contato com o trauma. São pacientes de custo social e previdenciário elevado já que ficam sofrendo por muito tempo com as sequelas, que podem levar, inclusive, à inviabilidade do exercício profissional”.

De acordo com o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Roberto Cabral, a principal causa dos acidentes de trânsito, de forma geral, é a imprudência do condutor, que se traduz em falta de atenção, excesso de velocidade, ultrapassagens indevidas e uso de bebida alcoólica antes de dirigir. “Nas nossas estatísticas, mais da metade das mortes registradas nas rodovias federais do RN são de motociclistas”.


Agora RN

Contran dá novo prazo para implantação de placa do Mercosul em veículos do RN


Resultado de imagem para placas mercosul
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) deu um novo prazo para a implementação das placas padrão Mercosul no Rio Grande do Norte. O estado tem até o dia 17 de dezembro para começar a instalar as placas. O prazo anterior era 1º de dezembro. Agora, cada estado terá um prazo especifico.

O Detran do RN informou que não conseguiria começar a instalação das placas em 1º de dezembro porque ainda não houve a integração dos sistemas do Detran com o do Denatran.

"O estado ainda não conta com um sistema de monitoramento das placas, como já acontecia em algumas partes do país. A partir de agora, a placa será fabricada com um código exclusivo. Através desse código, o Detran vai poder acompanhar tudo relacionado a ela: onde foi produzida, armazenada, quando e por quem foi vendida e por fim, em qual carro foi instalada", informou o Detran do RN.

Quem precisa trocar

O novo padrão só precisa ser adotado para o primeiro emplacamento e, para quem tiver a placa antiga, no caso da troca de município ou propriedade. Continue lendo aqui...

Com informações do G1/RN

Saia Rodada e Jonas Esticado são atrações da Festa de Reis em Campestre



Algumas atrações já estão sendo confirmadas para tradicional Festa de Reis, em São José do Campestre.
A organização já confirmou as atrações Saia Rodada e Jonas Esticado.
Os shows ocorrem entre 04 e 05 de janeiro de 2019.

Correios começam projeto-piloto de emissão de Carteiras de Trabalho de olho na expansão para todo o Brasil



Desde a última sexta-feira (30), trabalhadores de São Bernardo do Campo (SP) já podem solicitar a emissão de Carteiras de Trabalho e Previdência Social (CTPS) em unidades dos Correios. Resultado de uma parceria com o Ministério do Trabalho, a iniciativa também será lançada em Presidente Prudente (SP), na próxima segunda-feira (3). A expectativa é de que mais de 530 carteiras de trabalho sejam emitidas por mês nas agências localizadas nas duas cidades.

O projeto-piloto tem vigência de 60 dias. Após esse período, a possibilidade de expansão do serviço para todo o Brasil será avaliada pelos órgãos responsáveis.

Para solicitar a emissão do documento, que é gratuito, os moradores dessas cidades devem comparecer a uma agência dos Correios levando um documento oficial de identificação, Cadastro de Pessoa Física (CPF), comprovante de residência com Código de Endereçamento Postal (CEP), certidão de nascimento ou casamento e uma foto 3×4 com fundo branco, colorida e recente.

Fifa aprova escolha de Madri para final da Libertadores



A Fifa aprovou a decisão de se disputar em Madri a final da Copa Libertadores, entre as equipes argentinas River Plate e Boca Juniors. A afirmação foi feita pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino, em entrevista coletiva na Cúpula do G20, da qual participa como convidado.

“Foi um momento muito triste”, disse Infantino sobre a suspensão do jogo de volta, que seria disputada no Estádio Monumental de Nuñez, na semana passada. O jogo de ida foi na Bombonera e terminou empatado em 2 a 2.

“Não é uma guerra; gera muita emoção, mas não deixa de ser um jogo”, acrescentou o presidente da Fifa, que está na Argentina desde o adiamento da partida.

Infantino disse ainda que os incidentes que ocorreram previamente à suspensão do jogo decisivo “têm que marcar um antes e um depois” para as pessoas ligadas ao futebol.

No dia 24 de novembro, pouco antes da partida, o ônihus que levava os jogadores do Boca Juniors ao Monumental foi atacado a pedradas por torcedores adversários. No dia seguinte, a direção do Boca pediu o adiamento da final, alegando a gravidade e magnitude dos atos de violência, as consequências destes sobre a equipe e a falta de segurança para realização da partida.

Agência Brasil

JBS: Um ano e meio após gravação de Temer, irmãos Batista estão R$ 2,5 bilhões mais ricos

Resultado de imagem para joesley e wesley batista

Um ano e meio após as delações dos irmãos Joesley e Wesley Batista virem à tona, a JBS, dona da Friboi, voltou a se recuperar – e os dois estão R$ 2,5 bilhões mais ricos. Hoje, o valor de mercado da empresa – quase R$ 32 bilhões – é 23% maior que no dia 17 de maio de 2017, quando as gravações de Joesley com o presidente Michel Temertornaram-se públicas. As ações nas mãos dos Batistas, que detêm 40,6% da companhia, somam hoje R$ 13 bilhões.

Um dos maiores produtores de carne bovina do mundo, o grupo também teve seu nome envolvido, em março do ano passado, na Operação Carne Fraca, que investiga irregularidades e pagamentos de propinas a agentes do Ministério da Agricultura. Mesmo com a reputação arranhada, o grupo conseguiu blindar sua operação e aumentar as vendas da companhia.

Para conter a crise e evitar o desmanche do império da família, Joesley e Wesley deixaram, em maio de 2017, o conselho de administração da JBS e de outras empresas sob o comando da holding J&F. Desde então, passaram a negociar diretamente com bancos e investidores a venda de parte de seus negócios para fazer caixa e evitar a cobrança antecipada de dívidas de cerca de R$ 20 bilhões que venciam até 2020.

Entre maio e agosto do ano passado, foram vendidos frigoríficos do Mercosul (para o Minerva) e a Alpargatas (para o Itaúsa). No mês seguinte, os irmãos venderam a Eldorado Celulose (para Paper Excellence) e a Vigor (para a mexicana Lala).

Quando os dois irmãos foram presos em setembro passado, José Batista Sobrinho, o Zé Mineiro, pai e fundador da JBS, voltou ao comando da empresa, com o apoio do BNDES, principal sócio do grupo, com 21,3% do negócio. Os netos de Zé Mineiro – Wesley Batista Filho e Aguinaldo Gomes Ramos – também passaram a integrar o conselho de administração da companhia.

Bancos ouvidos pelo Estado afirmaram que, 18 meses após a maior crise do grupo, vários investidores tentaram comprar a participação dos Batistas na JBS, mas os irmãos se negaram a vender a totalidade ou parte de suas ações, mesmo com forte prêmio oferecido pelos papéis. O foco desses investidores é comprar a fatia do BNDES.

No dia 18 deste mês, Joesley, Wesley e dois executivos que fizeram delação – Francisco de Assis e Ricardo Saud – serão ouvidos pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa dos delatores pediu para que eles sejam ouvidos por Fachin. O ministro vai decidir se acata ou não a decisão da Procuradoria-Geral da República (PGR) de anular os efeitos das delações porque os donos da JBS teriam ocultado a suposta orientação prestada pelo ex-procurador Marcello Miller à J&F nas negociações, enquanto Miller ainda integrava o Ministério Público. Todos negam.

ESTADÃO CONTEÚDO

Fraude com CPF viabilizou disparo de mensagens de WhatsApp na eleição

Celulares usados em empresa para enviar mensagens de WhatsApp em massa

Relato e documentos apresentados à Justiça do Trabalho e obtidos pela Folha detalham o submundo do envio de mensagens em massa pelo WhatsApp que se instalou no Brasil durante as eleições deste ano.

Uma rede de empresas recorreu ao uso fraudulento de nome e CPF de idosos para registrar chips de celular e garantir o disparo de lotes de mensagens em benefício de políticos.

Entre as agências envolvidas no esquema está a Yacows. Especializada em marketing digital, ela prestou serviços a vários políticos e foi subcontratada pela AM4, produtora que trabalhou para a campanha do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL).

A Folha falou diversas vezes com o autor da ação, Hans River do Rio Nascimento, ex-funcionário de uma dessas empresas. Nas primeiras conversas, ocorridas a partir de 19 de novembro e sempre gravadas, ele disse que não sabia quais campanhas se valeram da fraude, mas reafirmou o conteúdo dos autos e respondeu a perguntas feitas pela reportagem.

No dia 25, ele mudou de ideia após fazer acordo com a antiga empregadora, registrado no processo. “Pensei melhor, estou pedindo pra você retirar tudo que falei até agora, não contem mais comigo”, disse, em mensagem de texto. Três dias antes, a Folha havia procurado a Yacows para solicitar esclarecimentos.

As conversas gravadas e a ação que Nascimento move acrescentam detalhes ao esquema revelado pela Folha em outubro, quando reportagem mostrou que empresários pagaram para impulsionar mensagens anti-PT na disputa eleitoral.

Após a publicação da reportagem, o WhatsApp bloqueou as contas ligadas às quatro agências de mídia citadas pela Folha por fazerem disparos em massa: Quickmobile, Croc Services, SMS Market e Yacows.

Nascimento descreve a atuação de três agências coligadas: Yacows, Deep Marketing e Kiplix, que funcionam no mesmo endereço em Santana (zona norte de São Paulo) e pertencem aos irmãos Lindolfo Alves Neto e Flávia Alves. Nascimento esteve empregado pela Kiplix de 9 de agosto a 29 de setembro com salário de R$ 1.500.

Segundo seu relato, as empresas cadastraram celulares com nomes, CPFs e datas de nascimento de pessoas que ignoravam o uso de seus dados. Ele enviou à reportagem uma relação de 10 mil nomes de pessoas nascidas de 1932 a 1953 (de 65 a 86 anos) que, afirma, era distribuída pela Yacows aos operadores de disparos de mensagens.

Nascimento afirma que os dados utilizados sem autorização eram parte importante do esquema.

A lei exige o cadastro de CPFs existentes para liberar o uso de um chip. Como o WhatsApp trava números que enviam grande volume de mensagens para barrar spam, as agências precisavam de chips suficientes para substituir os que fossem bloqueados e manter a operação.

Ainda segundo Nascimento, a linha de produção de mensagens funcionou ininterruptamente na campanha.

As condições a que alega ter sido submetido —ele diz não ter sido registrado, não ter feito pausa para almoço e não ter recebido horas extras— levaram-no a ajuizar ação trabalhista contra a Kiplix.

Ele anexou ao processo fotos e trocas de mensagens entre funcionários e os donos das empresas nas quais discutem a operação antes do primeiro turno.

Em uma das mensagens compartilhadas com a Folha por Nascimento, um supervisor diz a todos os funcionários que eles devem trabalhar no final de semana: “Campanha de GOV iniciando!”. Nenhum candidato a governador declarou ao Tribunal Superior Eleitoral despesas com essas agências.

Print de tela com mensagens sobre a campanha eleitoral trocadas em grupo de WhatsApp da empresa Yacows

Print de tela com mensagens sobre a campanha eleitoral trocadas em grupo de WhatsApp da empresa Yacows

Nascimento apresentou à Folha fotos de salas cheias de computadores ligados a diversos celulares e chipeiras —equipamento que usa o chip de celular para emular o WhatsApp e fazer os disparos— além de caixas com chips.

Uma vez ativados com os dados usurpados, os chips eram usados em plataformas de disparos em massa no WhatsApp. “Cerca de 99% do que fazíamos eram campanhas políticas e 1% era para a Jequiti [marca de cosméticos]”, disse Nascimento à Folha.

A Deep Marketing prestou serviços, entre outros candidatos, para Henrique Meirelles (MDB), que disputou a Presidência e declarou pagamento de R$ 2 milhões à empresa por “criação e inclusão de páginas da internet”. A Kiplix trabalhou para a AM4, agência à qual Jair Bolsonaro declarou ao TSE pagamento de R$ 650 mil.

Em trocas de mensagens, funcionários e donos das agências discutem o aumento do volume de trabalho na campanha eleitoral.

“Daqui até o primeiro turno das eleições teremos trabalho nos finais de semana. E extra de madrugada liberado”, diz a pessoa identificada como Lindolfo Alves em uma mensagem.

“Inclusive os que folgariam na segunda também devem vir”, diz um número identificado como de Flávia Alves, irmã e sócia de Lindolfo, em uma das conversas anexada no processo.

Outra mensagem em nome de Flávia, de 5 de outubro, antevéspera do primeiro turno, diz: “Pessoas, reta final final das eleições, amanhã trabalhamos cada turno em seu horário, liberado hora extra, principalmente de sábado para domingo.”

Segundo Nascimento, ele e vários de seus colegas chegaram a trabalhar 16 horas seguidas para dar conta dos disparos encomendados pelas campanhas. “Muita gente dormia lá, na escada, sofá, hall. Descansava um pouco, ia lá e fazia mais um turno”, disse.

Uma mensagem em nome de Flávia explica aos funcionários que a empresa cresceu “desordenadamente nos últimos meses com a operação da bulk services [disparos em massa]” e que o prédio usado não comportava mais seus quase 200 funcionários.

Outra irregularidade aparece nas mensagens enviadas por um supervisor que descreve o uso de robôs para disparar as mensagens em massa, algo que a legislação eleitoral veda: “Entre um envio e outro do robô, haverá uma pausa de 2 a 6 segundos. A cada 50 mensagens, uma pausa de 10 segundos.”

O professor de direito eleitoral Diogo Rais, da Universidade Mackenzie, afirma que o uso de robô pode ser enquadrado pela lei como pagamento indevido. “Se o conteúdo das mensagens for falando mal de alguém, poderia até configurar crime eleitoral.”

Ao menos outros 15 candidatos a deputado estadual, federal e senador declararam ao TSE ter usado os serviços da Deep Marketing e da Kiplix.

A candidata ao senado Maurren Maggi (PSB) declarou ter pago R$ 60 mil à mesma empresa sob a rubrica “serviços prestados por terceiros”, sem alusão a disparos. A descrição também é usada pelo candidato a deputado estadual Edmir Chedid (DEM-SP) ao declarar R$ 9.000 pagos à Kiplix .

João Leite (PSDB-MG), candidato a deputado estadual, foi um dos poucos a especificar em declaração ao TSE que seu gasto de R$ 44 mil foi com impulsionamento de conteúdo.

OUTRO LADO

A empresa Yacows, que segundo documentos exibidos pelo ex-funcionário Hans River do Rio Nascimento mantinha um esquema de disparos em massa de propaganda política por celular, afirmou à Folha que não há evidências de atos ilícitos no processo trabalhista aberto por Nascimento e que não compactua com práticas ilegais.

“A Yacows reafirma que não foi contratada em nenhum momento pela equipe da campanha do candidato Jair Bolsonaro para distribuir conteúdo eleitoral e pode dizer o mesmo das demais empresas que possuem sócios em comum, citadas pelas reportagens da Folha“, diz, aludindo à Deep Marketing e à Kiplix.

O TSE afirmou que a Yacows integra o polo passivo de uma ação cautelar e é investigada em outro processo. Mas “o TSE não se pronuncia a respeito de casos sub judice”, diz nota.

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) afirmou que “casos de clonagem de linhas e utilização indevida de dados pessoais podem configurar eventual fraude junto às prestadoras, que devem, dentre suas obrigações, adotar medidas de combate a essas práticas”.

“Há que se observar, ainda, que, nos termos do artigo 307 do Código Penal Brasileiro, constitui crime atribuir-se ou atribuir a terceiro falsa identidade para obter vantagem, em proveito próprio ou alheio, ou para causar dano a outrem, conduta que deve ser apreciada pelos órgãos competentes”, diz a nota.

A Claro, operadora da maioria dos chips de celular usados no esquema, afirma repudiar o uso não autorizado de dados. “A Claro informa que vende e habilita milhares de chips e linhas móveis mensalmente e esclarece que não detectou nenhum comportamento atípico nas vendas”, diz a operadora, que afirma estar “à disposição das autoridades à frente do caso”.

A AM4, fornecedora da campanha de Jair Bolsonaro, afirmou que durante as eleições fez um único envio de mensagem com ferramenta contratada, no dia 13 de setembro, pelo site www.bulkservices.com.br. Segundo a empresa, a mensagem foi para uma lista de 8.000 telefones previamente cadastrados pela campanha, dentro portanto da legislação eleitoral.

“A AM4 desconhecia que a plataforma Bulkservices pertencesse a Kiplix/Yacows/Deep Marketing e que eles faziam também venda de cadastros”, disse a empresa à Folha.

A assessoria de Henrique Meirelles, candidato à Presidência pelo MDB, afirmou que a Deep Marketing foi contratada para organizar envio de mensagens exclusivo para base de dados do partido ou voluntariamente cedidos por eleitores.

“A campanha nunca contratou ou autorizou o envio de mensagens para bases compradas e não teve conhecimento de qualquer prática irregular pelos prestadores de serviços”, afirma a nota.

O deputado Edmir Chedid afirmou, por meio de sua assessoria, que usou pela internet a plataforma de serviços Bulk Services, “a qual disponibilizou à campanha apenas o acesso à sua plataforma de serviços via internet, visando a transmissão de vídeos de propaganda”.

À época da reportagem da Folha que mostrou que empresários pagaram para impulsionar mensagens anti-PT, Bolsonaro negou qualquer irregularidade. Disse que sua campanha era feita de apoio voluntário e que não tinha controle nem como tomar providências contra empresários que estivessem agindo dessa maneira.

FOLHAPRESS

Atraso de salários retira R$ 1 bilhão de circulação no RN

Imagem relacionada

A confirmação do não pagamento das folhas salariais de dezembro e do décimo terceiro salário aos cerca de 110 mil servidores do Governo do Estado implicará na não circulação de aproximadamente R$ 1 bilhão ao longo do mês de dezembro na economia do Rio Grande do Norte. De acordo com dados do Sistema Fecomércio/RN, os salários do funcionalismo público potiguar – incluindo Prefeituras, o próprio Estado e os servidores federais aqui lotados – correspondem a cerca de 40% da massa salarial paga no Rio Grande do Norte. Somente o Governo do Estado responde por 28% desse total. Com estoques abastecidos para o ciclo natalino, considerado o melhor para o Comércio, empresários temem queda nas vendas, retração na prestação de serviços e menor abertura de postos de trabalho.

“É um volume muito grande de recursos que deixarão de circular. É impossível não dizermos que haverá, sim, reflexos negativos nas nossas vendas, com possíveis impactos até mesmo na geração de empregos”, destaca o presidente do Sistema Fecomércio/RN, Marcelo Queiroz. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram o quão dependente o Rio Grande do Norte é da massa salarial do funcionalismo público. Isso porque, no terceiro trimestre deste ano, havia 233 mil pessoas ocupadas no setor público rendimento médio real habitual de R$ 2.824,00. A massa de rendimento de todos os servidores públicos no terceiro trimestre deste ano no RN, conforme o IBGE, somou R$ 2,101 bilhões.

O presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL Natal), Augusto Vaz, reforça o risco para a economia em torno da falta de quitação desses salários. “O não pagamento dos salários do Estado com certeza reflete na nossa economia. Além de ter o prejuízo particular das famílias que sofrem com isso, acaba gerando inadimplência e novos problemas. Especificamente para a economia, esse não pagamento faz falta”, afirma. Augusto Vaz acreditava que o Governo do Estado conseguisse efetuar pelo menos uma parte do pagamento. “Esse dinheiro faz falta principalmente no final do ano. É o período mais aquecido do Comércio, um período muito importante de vendas. De 10 dezembro a 30 de dezembro, a gente tem um volume de vendas muito grande na cidade”, destaca o presidente da CDL Natal.

A expectativa de crescimento das vendas no ciclo natalino deste ano, conforme a CDL Natal, é de 4,5% ante mesmo ciclo de 2017. Com o não pagamento dos salários, a manutenção desse percentual é uma incógnita. “Não dá para medir o impacto”, diz Augusto Vaz. Ele confirma, porém, que para não deixar de consumir nessa época do ano, os empresários acreditam que o uso do cartão de crédito e o parcelamento das compras aumentará nos próximos dias. Isso pode gerar outro problema a partir de janeiro de 2019: o recrudescimento da inadimplência, que já afeta quase um milhão de potiguares.

Conforme exposto pelo presidente do Sistema Fecomércio/RN, a situação atual reforça a necessidade de um ajuste fiscal no Governo do Rio Grande do Norte. “Antes de mais nada é importante ressaltar que nós entendemos todas as dificuldades financeiras pelas quais o Executivo Estadual passa. E é exatamente por isso que temos alertado para a necessidade urgente de se encontrar caminhos para o reequilíbrio fiscal e financeiro das contas públicas. Mas, não podemos deixar de registrar que este não pagamento dos salários seria uma péssima notícia também para o comércio. Nossa economia é muito dependente dos salários dos servidores públicos em geral”, frisa Marcelo Queiroz.

Comércio de Rua

Entre os empresários que atuam com lojas de rua na Cidade Alta, tradicional bairro comercial da capital, o clima é de temor. “O nosso Estado depende muito do Governo, das Prefeituras e dos militares. Num momento que o décimo terceiro e os salários não são pagos, isso é muito forte para o comércio. É uma queda muito forte. O comércio sente isso muito rápido. O Estado praticamente para, empobrece numa hora dessas. O Estado deveria fazer uma força para efetuar esses pagamentos. A população que depende desses recursos também espera”, declara Delcindo Mascena, empresário e presidente da Associação Viva o Centro de Natal (AVICEN).

A chefe do Gabinete Civil do Governo do Estado, Tatiana Mendes Cunha, afirmou que não há recursos para pagar o décimo terceiro salário de 2018 no final da manhã da sexta-feira passada, 30. Segundo Tatiana Mendes Cunha, a folha de dezembro também deve ser paga somente em janeiro, pelo histórico recente do Estado em pagar a folha no mês seguinte. Se o quadro for confirmado, o governador Robinson Faria deixará duas folhas não pagas para a governadora eleita Fátima Bezerra no seu primeiro mês de mandato.

Tatiana Mendes Cunha afirmou que o uso de tropas federais nas eleições é pertinente. A secretária-chefe do Gabinete Civil disse que não há recursos para pagar salários.

Tribuna do Norte

sábado, 1 de dezembro de 2018

Festa de São Sebastião 2019 em Japi, Mara Pavanelly e Toca do Vale

Resultado de imagem para mara PAVANELLY E TOCA DO VALE

Conta de luz terá bandeira verde em dezembro, sem cobrança extra

Imagem relacionada

A bandeira tarifária para o mês de dezembro será verde, ou seja, sem custo extra para os consumidores de energia elétrica. Desde maio deste ano, a bandeira estava nos patamares amarelo ou vermelho.
Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel),  apesar de os reservatórios ainda apresentarem níveis reduzidos, a expectativa é a de que a estação chuvosa continue aumentando o nível de produção de energia pelas hidrelétricas e a recuperação do fator de risco hidrológico (GSF), fatores que impulsionam a queda no Preço de Liquidação de Diferenças (PLD). O GSF e o PLD são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira tarifária a ser acionada.
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. A adoção de cada bandeira, nas cores verde (sem cobrança extra), amarela e vermelha (patamar 1 e 2), está relacionada aos custos da geração de energia elétrica.
A Aneel alerta que, mesmo com a bandeira verde, é importante manter as ações relacionadas ao uso consciente e combate ao desperdício de energia elétrica

Bolsonaro ironiza carta de Lula: “Visitas íntimas na prisão diminuíram”

Resultado de imagem para VISITA INTIMA NOS PRESIDIO
O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) usou o seu perfil no Twitter na manhã deste sábado (1) para criticar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde o dia 7 de abril na sede da Polícia Federal, em Curitiba. Bolsonaro ironizou carta escrita por Lula, divulgada nesta sexta-feira, na qual o petista critica a sua eleição.
Em sua primeira manifestação pública após as eleições presidenciais, o petista também atacou o ex-juiz Sérgio Moro e sua relação com o presidente Jair Bolsonaro.
“Se alguém tinha dúvidas sobre o engajamento político de Sergio Moro contra mim e contra nosso partido, ele as dissipou ao aceitar ser ministro da Justiça de um governo que ajudou a eleger com sua atuação parcial. Moro não se transformou no político que dizia não ser. Simplesmente saiu do armário em que escondia sua verdadeira natureza”, disse o ex-presidente.
Lula também afirmou que, com Sérgio Moro no Ministério da Justiça, a “perseguição ao PT” vai continuar. “Eu não tenho dúvida de que a máquina do Ministério da Justiça vai aprofundar a perseguição ao PT e aos movimentos sociais, valendo-se dos métodos arbitrários e ilegais da Lava Jato. Até porque Jair Bolsonaro tem um único propósito em mente, que é continuar atacando o PT. Ele não desceu do palanque e não pretende descer. Temos de nos preparar para novos ataques, que já começaram, como vimos nas novas ações, operações e denúncias arranjadas que vieram neste primeiro mês depois das eleições”.
Em outra passagem da carta, o ex-presidente também acusou Moro e a Lava Jato de premiar os “corruptos” da Petrobras. “Sergio Moro e a Lava Jato premiaram os corruptos e corruptores da Petrobras. A maioria está solta ou em prisão domiciliar, gozando as fortunas que roubaram”, complementou.
Em seguida, no documento, Lula analisa a eleição de Bolsonaro. Segundo o petista, o presidente eleito chegou ao Palácio do Planalto com a ajuda do “Departamento de Estado norte-americano e pelo governo Trump”, além de ter sido apoiado “pelo que há de mais atrasado no Congresso Nacional”.
“Jair Bolsonaro se apresentou ao país como um candidato antissistema, mas na verdade ele é o pior representante desse sistema. Foi apoiado pelos banqueiros, pelos donos da fortuna; foi protegido pela Rede Globo e pela mídia, foi patrocinado pelos latifundiários, foi bancado pelo Departamento de Estado norte-americano e pelo governo Trump, foi apoiado pelo que há de mais atrasado no Congresso Nacional, foi favorecido pelo que há de mais reacionário no sistema judicial e no Ministério Público, foi o verdadeiro candidato do governo Temer”, disse Lula em texto.
Por Jornal do Brasil

Bolsonaro diz que quer acabar com ‘festa’ de multas do Ibama

Resultado de imagem para ibama

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), afirmou neste sábado (1º) que é defensor do meio ambiente, mas não vai mais admitir o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) “sair multando a torto e a direito”.
Ele deu a declaração a jornalistas, após participar de solenidade de formatura de cadetes aspirantes a oficial do Exército na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), na cidade de Resende, no Rio de Janeiro.
Após o evento, Bolsonaro foi questionado sobre nome para o Ministério do Meio Ambiente. Ele afirmou que todos os nomes em análise “são bons” e que ainda não escolheu.
Ainda sobre o assunto, ele disse que não haverá mais brigas entre os Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente e que não vai mais admitir o Ibama “sair multando a torto e a direito”.
“Não haverá mais aquela briga do Ministério da Agricultura e o Meio Ambiente. Eu quero defender, sou defensor do meio ambiente, mas não dessa forma xiita como acontece, não”, disse.
“Não vou mais admitir o Ibama sair multando a torto e a direito por aí, bem como o ICMbio [Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade]. Essa festa vai acabar”, concluiu.
Bolsonaro disse que já foi alvo de multa ambiental em 2012, no valor de R$ 10 mil, e que está na iminência de ser inscrito na dívida ativa.
“Vou pagar essa multa? Vou. Mas eu sou uma prova viva do descaso, da parcialidade e do péssimo trabalho prestado por alguns fiscais do Ibama e ICMBio. Isso vai acabar”, afirmou.
Bolsonaro afirmou, ainda, que quer integrar o índio à sociedade. “Eu quero o bem estar do índio, eu quero integrar o índio à sociedade. O nosso projeto para o índio é fazê-lo igual a nós. Eles têm as mesmas necessidades de nós. Agora, não podemos admitir que, via Funai, o índio não possa ter o tratamento adequado. O índio quer médico, quer dentista, quer televisão, quer internet. Ele é igualzinho a nós”, disse.
O presidente eleito declarou que as políticas indigenistas e ambientais no país “não trabalham em prol do Brasil, mas em prol de “interesses extraterritório”.
“Podemos ter um Japão dentro do Brasil. Por que não temos? Porque há uma política completamente equivocada indigenista e ambiental. Temos tudo para ser uma grande nação. Mas, por causa de uma política tacanha e mesquinha, que é potencializada na questão ambiental e indigenista, continuamos aqui patinando na economia”, disse.
Nesta sexta-feira (30), após compromisso em Cachoeira Paulista (SP), Bolsonaro afirmou que manter índios em reservas demarcadas é tratá-los como animais em zoológicos.

Salário dos militares

Durante a entrevista, Bolsonaro foi questionado sobre a intenção de aumentar o contingente das Forças Armadas. Bolsonaro disse que tem conversas a respeito com os chefes das Forças Armadas, e defendeu melhoria na remuneração dos militares.
“Nosso contingente é pequeno, mas sabemos das dificuldades que a nação atravessa. O que nós devemos é dar um salário compatível para com eles, botar em votação a medida provisória 2215 [MP de 2001 que prevê a reestruturação da remuneração dos militares das Forças Armadas]; não foi votada ainda, isso é uma excrescência, é um descaso para com as forças armadas”, afirmou.

Solenidade em Resende

Durante a solenidade, 427 cadetes receberam a graduação de bacharel em ciências militares e a espada de oficial do Exército, depois de 4 anos de estudos. Bolsonaro estudou na Aman entre 1974 e 1977.
De acordo com o Exército, a solenidade de formatura do oficial de carreira é uma das mais importantes da Academia. A Aman forma oficiais de infantaria, cavalaria, artilharia, engenharia e comunicações,além do quadro de material bélico e do serviço de intendência do Exército.
A solenidade contou com a presença de familiares, convidados, autoridades militares e o governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC).A

Banco do Nordeste inicia financiamento de energia solar para uso residencial

Resultado de imagem para BANCO DO NORDESTE
O FNE Sol já aportou mais de R$ 8,5 bilhões a empresas e agora passa a atender pessoas físicas  
Pessoas físicas já podem acessar recursos do FNE Sol para financiamento de projetos de energia solar com fins residenciais, incluindo moradores de condomínios. A expansão da linha de crédito do Banco do Nordeste foi autorizada pela Portaria Interministerial 461, de 12/11/18, publicada nesta sexta-feira (30), no Diário Oficial da União. Nos últimos anos, o Banco do Nordeste consolidou-se, por meio do FNE Sol, como um dos principais financiadores de energias renováveis do Brasil, tendo aplicado mais de R$ 8,5 bilhões em projetos para atendimento empresarial.
Os clientes poderão financiar com o BNB até 100% do investimento, com limite de até R$ 100 mil, prazo de pagamento de até oito anos e carência de até seis meses. Para valores até R$ 50 mil, a garantia necessária será aval somado à alienação dos equipamentos; acima deste valor, será garantia real mais alienação dos equipamentos.
A linha de crédito utiliza recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), funding operado exclusivamente pelo BNB. “Com essa conquista, completamos o ciclo de  atendimento a todos os players interessados em energia sustentável. Faltava apenas pessoa física, mas a partir de agora este público passa a acessar o FNE Sol, com os juros mais atrativos do mercado, a partir de 0,39% a.m. e parcelas equivalentes à redução projetada na conta de energia, após a implantação do sistema de compensação”, destaca o presidente do BNB, Romildo Rolim.
Os equipamentos podem ser adquiridos e financiados sem impacto nos gastos do cliente, que passa a consumir a própria energia renovável e limpa. Depois de quitado o financiamento, ficam apenas os benefícios da redução da conta. O modelo de atendimento à pessoa física contará com cadastro e conta corrente digital e apresentação de documentos nas agências nessa primeira fase, evoluindo para a solicitação de crédito via internet banking, no primeiro semestre de 2019.
Sobre FNE Sol
A linha de crédito financia todos os componentes para geração centralizada e sistemas de micro e minigeração de energia elétrica fotovoltaica, eólica, de biomassa ou pequenas centrais hidroelétricas (PCH) e também sua instalação. O produto que já era destinado a empresas de todos os portes e setores, produtores e empresas rurais, cooperativas e associações, instalados na área de atuação do Banco do Nordeste, passa também a atender pessoas físicas, a partir de dezembro, para implantação de sistemas de energias renováveis que atendam casas ou apartamentos.
Para pessoas jurídicas, os financiamentos referentes à geração distribuída podem ser de até 100% do valor do investimento, quando os equipamentos financiados forem alienados em composição com outras garantias; em alguns casos, de até 75%, podendo ser os equipamentos a única garantia do crédito, dependendo do porte e da localização da empresa. Os prazos para pagamento são de até 12 anos, com carência de até um ano. No que se refere à geração centralizada, os prazos se estendem a até 20 anos, com carência de até cinco anos

Neste domingo tem Tardezinha no Forró do Candieiro

candieirotardezinbha

Situação e oposição se articulam por presidência da Câmara de Vereadores de Santa Cruz

camara-municipal-de-santa-cruz-rn
A Câmara deverá ganhar dois presidentes nos próximos dias.
Isso porquê, de acordo regimento interno na Casa Legislativa, com vacância na Mesa Diretora, é preciso que novas eleições sejam feitas para definir os cargos. Além disso, em janeiro já era o tempo de mudança na presidência da casa, pois se inicia um novo biênio.
Com seis novos integrantes, a disputa ganhar temperos animados politicamente em Santa Cruz.
Um novo presidente deverá ser eleito arte final de dezembro e outro a partir de janeiro. Esses novos presidentes assumirão, interinamente, o cargo do prefeito de Santa Cruz enquanto a eleição suplementar é preparada pela Justiça Eleitoral.
A atual situação conta com cinco vereadores e busca vencer as eleições. Os homens de confiança de Tomba Farias e seu grupo político seriam: Edmilson Silva, Fábio Dias, Marcos Celito, Tarcísio das Horteiras e Renato Locutor.
A oposição teria quatro vereadores: Gean Paraibano, Paulo Cesar Beju, João Victor e Jackson Renê.
Mas, as articulações dos grupos políticos acontecem em busca de saber quem serão os próximos presidentes do legislativo, que ganha como bônus o cargo importante de gestor da cidade, mesmo que de forma interina.
Os grupos se movimentam e muita articulação deve acontecer ao longo dos próximos dias, pois as eleições para as Mesas Diretoras da Câmara acontecerá em breve e ninguém tem tempo a perder.
Edipo natan 

A Cidade da Santa em Santa Cruz está à deriva

Imagem relacionada

A cidade de Santa Cruz está sem prefeito, vice e metade da câmara de vereadores. Todos foram cassados pela justiça. A Câmara  Municipal de Vereadores ainda não convocou os suplentes.

GOVERNADOR ROBINSON FARIA ENVIA PEDIDO DE SOCORRO À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

Resultado de imagem para robison farias

O governador Robinson Faria (PSD) pediu “socorro” ao presidente da República, Michel Temer, no sentido de que o Governo Federal faça a transferência ao Tesouro Estadual de recursos da ordem de R$ 194,16 milhões, “a título de ressarcimento pelas perdas ocasionadas pela Lei Kandir”. Robinson Faria justifica que “passados quase 12 meses de pedido de ajuda emergencial ao Planalto, a situação calamitosa das finanças públicas estaduais continuam a desafiar o governo que, sem fontes de recursos, encontra-se incapacitado de garantir, ao povo potiguar, as condições mínimas para o exercício da dignidade humana e da cidadania, dois dos cinco fundamentos da República Federativa do Brasil, alicerces de um Estado Democrático de Direito”
Em ofício de nº 241, datado do dia 22 de novembro, o governador do Rio Grande do Norte expõem ao presidente Michel Temer, que a Lei Kandir, dentre outras coisas, desonerou de ICMS os produtos primários e semielaborados destinados à exportação que ainda estavam tributados, bem como os bens de capital, ao permitir a apropriação de créditos decorrentes de aquisições destinadas ao ativo permanente.
Ciente de que a Lei Kandir provocaria significativo impacto na arrecadação do ICMS, principal imposto estadual, Robinson Faria lembrou que o legislador previu a compensação aos estados e Distrito Federal, mediante transferência de recursos da União, até o momento, e mesmo havendo determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), encontra-se pendente de aprovação no Congresso Nacional projeto de lei complementar que regulamentaria o equacionamento das perdas dos Estados.
Para reforçar o pedido de transferência dos valores tidos como perdas da Lei Kandir, o governador do Estado disse que “não obstante o esforço de reprogramação de suas despesas”, o Estado do Rio Grande do Norte vem enfrentando sistemática crise fiscal e financeira, “o que vem impedindo de adimplir com compromissos atrelados a serviços públicos essenciais para as camadas mais vulneráveis da sociedade Norte-rio-grandense”.
O governador acrescentou que “como exemplo do grave quadro de desajuste fiscal, o Estado vem tendo dificuldade na manutenção regular do pagamento de salários dos servidores ativos, aposentados e pensionistas, bem como obrigações junto a fornecedores de bens imprescindíveis à manutenção do funcionamento dos serviços públicos”.
O governador acrescentou que “como exemplo do grave quadro de desajuste fiscal, o Estado vem tendo dificuldade na manutenção regular do pagamento de salários dos servidores ativos, aposentados e pensionistas, bem como obrigações junto a fornecedores de bens imprescindíveis à manutenção do funcionamento dos serviços públicos”.
No documento, Robinson Faria informa que o Estado “clama por socorro” e se encontra em situação fiscal que, conforme a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) em missão técnica realizada em janeiro de 2018 no Rio Grande do Norte, atestou que “o desequilíbrio fiscal não é consequência de atos praticados pela atual gestão governamental, a qual não teria dado causa às adversidades conjunturais nem poderia ser responsabilizada pelo grave desequilíbrio atuarial do regime próprio de previdência dos servidores estaduais”, realidade local que reflete a questão nacional da previdência social do serviço público, cuja mudança exige reforma da Constituição.
O governador enumera, ainda, leis que foram aprovados no curso de quatro anos do mandato, como redução de isenções fiscais e revisão de pontos da legislação previdenciária, como instituição da previdência complementar. Robinson Faria citou, ainda, a ação judicial que proporcionou uma economia de R$ 40 milhões no pagamento do Arena das Dunas.
A reportagem procurou as assessorias do Tribunal de Justiça, Ministério Público, Assembleia Legislativa e TCE para repercutir o pedido de socorro do governo, mas até o encerramento desta edição não obteve resposta