sábado, 7 de julho de 2018

PCC monta ‘RH’, tem setor para prisões femininas e cria até curso de fazer bomba

Resultado de imagem para PCC
Primeiro Comando da Capital (PCC) montou um setor de “recursos humanos”, responsável pela manutenção de um cadastro atualizado de seus integrantes, além de organizar cursos de fabricação de bombas e de formar um “time” de matadores profissionais.
 A facção criou outro setor para expandir a atuação em presídios femininos, um PCC Mulher.
Essas são algumas das revelações da denúncia obtida pelo Estadão da Operação Echelon. Ao todo, 70 homens e 5 mulheres foram acusados pelo crime de organização criminosa pelo Ministério Público Estadual.
Interceptações telefônicas e cartas apreendidas mostram que quase uma centena de assassinatos dentro e fora dos presídios foi cometida sob as ordens da cúpula da facção em 2017 em pelo menos 13 Estados – além de ataques contra policiais e agentes prisionais em cinco Estados. Tudo planejado a partir da Penitenciária 2 (P2) de Presidente Venceslau, na região oeste de São Paulo.
A denúncia da Operação Echelon tem 569 páginas e é assinada pelo promotor Lincoln Gakiya.

Nenhum comentário:

Postar um comentário