Segundo a polícia, a Defesa Agropecuária foi acionada e constatou a não existência de autorização para funcionamento da atividade e as péssimas condições sanitárias, fazendo a autuação administrativa e apreensão da carne.
Segundo o delegado Ragner Magalhães, que comandou a ação, os dois detidos foram levados para a Delegacia do Meio Ambiente, sendo autuados em flagrante pela prática de crime contra as relações de consumo, com pena de detenção de dois a cinco anos ou multa.
O delegado explicou que por se tratar de crime inafiançável, os envolvidos foram levados para a carceragem da Central de Polícia, no Geisel, em João pessoa, onde vão aguardar audiência de custódia.
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