
Segundo dados do Disque 100 analisados pela FGV, até 2018 os principais tipos de denúncia feitas pela população LGBT, por ordem de volume , foram: violência psicológica, discriminação e violência física; seguidos em menor número por violência institucional, negligência, violência patrimonial e violência sexual.
Em 2017, a cada 19h uma pessoa LGBT foi morta no Brasil. A comunidade LGBT ainda tem muitas lutas no Brasil, mas a principal delas ainda é pelo direito de viver.
Neste 17 de maio, abaixe as armas. Não é sobre religião, não é sobre o que você acredita que é certo ou errado, é sobre salvar vidas. A população LGBT merece viver.
A Secretaria das Mulheres, da Juventude, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos do Estado (Semjidh) - que conta também com a Coordenadoria de Diversidade Sexual e de Gênero (CODIS) - está em processo de articulação e estruturação do Comitê Estadual de Enfrentamento à LGBTfobia.
Além disso, em articulações com representações populares e tratativas com diversas secretarias estaduais, a Secretaria já colocou em vigor:
- Aprovação do Projeto Estadual Transcidadania e do Projeto Rede Estadual de Proteção Social da População LGBT, ambos pelo Fundo Estadual de Combate à Pobreza - FECOP.
- Implementação do Ambulatório de Saúde Integral da População Transexual e Travesti do RN Murilo Gonçalves.
- Realização de diversas formações sobre diversidade sexual e de gênero em escolas e universidades.
Além da formação de servidores públicos de diversos setores municipais e estaduais.
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