Esqueça São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro ou Brasília. As metrópoles podem oferecer boas alternativas, mas o melhor lugar para envelhecer pode ter menos gente e menos extensão territorial. Segundo o Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade, quem tem mais de 60 anos pode rumar para cidades pequenas que, lá, a qualidade de vida está garantida.
Elaborado pelo Instituto de Longevidade Mongeral Aegon em parceria com a FGV, o Índice verifica as atuais condições de 498 cidades brasileiras e faz a classificação de acordo com sete variáveis: Cuidados de Saúde; Bem-Estar; Finanças; Habitação; Educação e Trabalho; Cultura e Engajamento; e Indicadores Gerais. Cada variável tem o peso estabelecido com base nas principais necessidades da população dessa faixa etária.
Entre os 348 municípios brasileiros que têm entre 50 mil e 100 mil habitantes, ao menos 50 oferecem condições suficientes para figurar entre as boas opções longe das grandes cidades.
Confira a lista, por cidade e nota, das 50 cidades mais pontuadas no ranking:
1. São João da Boa Vista, SP / 99.82
2. Vinhedo, SP / 99.49
3. Lins, SP / 96.61
4. Fernandópolis, SP / 95.70
5. Tupã, SP / 94.78
6. Votuporanga, SP / 93.92
7. Lajeado, RS / 92.69
8. Itapira, SP / 92.21
9. Rio do Sul, SC / 92.15
10. Bebedouro, SP / 91.11
11. Pato Branco, PR / 89.87
12. Jaboticabal, SP / 89.13
13. São José do Rio Pardo, SP / 89.05
14. Paulínia, SP / 89.01
15. Olímpia, SP / 88.82
16. Videira, SC / 88.49
17. Jaguariúna, SP / 88.08
18. Mogi Mirim, SP / 87.96
19. Batatais, SP / 87.37
20. Avaré, SP / 87.01
21. Matão, SP / 86.96
22. Capivari, SP / 86.61
23. Lavras, MG / 85.22
24. Pirassununga, SP / 84.47
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