terça-feira, 25 de agosto de 2020

Messi comunica ao Barcelona que deseja sair do clube, dizem jornais da Espanha e Argentina


messi_chateadoLionel Messi está de saída do Barcelona. Após seis dias da apresentação do novo técnico do clube, Ronald Koeman, o camisa 10 enviou um comunicado à diretoria no qual deixa claro o seu desejo de não seguir na equipe. O atual vínculo vai até junho de 2021, mas o jogador usaria uma cláusula de seu contrato que permite a rescisão unilateral ao fim de cada temporada.
A informação foi divulgada pela emissora “TyC Sports” e o jornal “Olé”, ambos da Argentina, e também pelo jornal “Marca”, de Madri, e amplamente divulgada por veículos do mundo. A rádio “RAC1” e a agência de notícias “AP” dizem que o Barcelona confirmou ter recebido o comunicado de Messi.
Segundo as publicações, o argentino teria mandado um “burofax” ao Barcelona, que é um recurso na Espanha para envio de documentos urgentes pelo correio, uma espécie de carta registrada que pode ser enviada pela internet. O camisa 10 escolheu tal alternativa para tornar o desejo oficial.

Senado aprova em 1º turno PEC que torna Fundeb permanente


fotosenadoplanomaisbrasil-730x400O Senado aprovou em primeiro turno nesta terça-feira (25), por unanimidade, a proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera regras e torna permanente o Fundeb – fundo que financia a educação básica. O texto foi aprovado com o mesmo teor já aprovado na Câmara dos Deputados, no mês passado. A renovação do fundo ainda precisa passar por um segundo turno de votação no Senado.
Por acordo de líderes, a segunda votação – que regimentalmente precisaria aguardar um período de três sessões – acontecerá ainda nesta terça. Para ser aprovado novamente, o texto precisa do apoio de pelo menos 49 senadores. No primeiro turno, o placar foi de 79 a 0 a favor da PEC. Há previsão de que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), promulgue a emenda já nesta quarta (26) em sessão do Congresso.

Governo lança Casa Verde e Amarela, programa habitacional


BOLSONAROO presidente Jair Bolsonaro assinou nesta terça-feira (25) medida provisória que cria um novo programa de habitação do governo federal, batizado de Casa Verde e Amarela, concebido para substituir o Minha Casa, Minha Vida, criado em 2009, no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com o objetivo de reduzir o déficit habitacional no país.
Lançado em cerimônia no Palácio do Planalto, o programa passa a dividir o público alvo em 3 grupos e, além de financiamento de imóveis, também prevê ações voltadas à regularização fundiária, reforma de imóveis e retomada de obras. Os juros do financiamento das habitações do programa serão menores nas regiões Norte e Nordeste, anunciou o governo. O Nordeste é a única região em que Bolsonaro foi derrotado na eleição de 2018.

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Projetos aumentam pena para estupro de vulnerável que resultem em gravidez



Nesta semana, foram apresentados na Câmara dos Deputados diversos projetos de lei endurecendo a punição para o estupro de vulnerável, em especial aquele que resulte em gravidez.
“Recentemente, causou comoção nacional a gravidez de menina de 10 anos, violentada e estuprada por seu tio desde os 6 anos de idade”, justificou o deputado Carlos Jordy (PSL-RJ), que apresentou uma dessas propostas (PL 4245/20).
Hoje a pena prevista Código Penal para o estupro de vulnerável é reclusão, de oito a 15 anos, e, se a conduta resulta em lesão corporal grave, reclusão de 10 a 20 anos. Caso resulte em morte, passa a ser de reclusão de 12 a 30 anos.
Além de aumentar as penas para esses casos, o PL de Jordy propõe aumentar todas as penas em 2/3 caso o ato resulte em gravidez.
O código considera vulneráveis menores de 14 anos, quem tem deficiência mental, não tem o discernimento necessário para a prática do ato sexual ou, por qualquer outra causa, não pode oferecer resistência ao ato.

Pena máxima

O Projeto de Lei 4271/20, do deputado Delegado Antônio Furtado (PSL-RJ), também visa aumentar as penas para estupro de vulnerável.
No caso de a conduta resultar em morte ou gravidez, propõe pena de reclusão de 20 a 40 anos – a mais alta prevista pela legislação brasileira.
Ele alega que recentemente a Lei 13.964/19 aumentou para 40 anos o tempo máximo de cumprimento de pena admitido no País e quer compatibilizar as penas para estupro de vulnerável com essa nova realidade.

Castração química

Além de aumentar penas, o PL 4239/20 estabelece a castração química como condição para o condenado por estupro voltar à vida em sociedade. A proposta também altera a Lei de Crimes Hediondos (Lei 8.072/90) para incluir essa obrigatoriedade na progressão do regime.
Apresentado pelo deputado General Girão (PSL-RN), o texto é uma representação do PL 5398/13, do ex-deputado e atual presidente da República, Jair Bolsonaro, que foi arquivado ao fim da legislatura passada e causou polêmica durante a tramitação.

Cultura do estupro

Coordenadora da plataforma Elas no Congresso, que monitora os direitos das mulheres no Poder Legislativo, Bárbara Libório questiona a efetividade dos projetos que qualifica como “estritamente punitivistas”.
“Eles colocam o agressor num grupo isolado de meia dúzia de homens que têm alguns tipos de transtorno, que são loucos, que são doentes, como se essas condutas fossem puramente individuais, quando na verdade existe uma cultura do estupro na sociedade, em que o corpo da mulher é visto como objeto, a violência contra a mulher é normalizada, e a vítima é culpabilizada pela violência que sofre”, avalia.
Ela lembra que, em mais de 70% dos casos de estupro, o autor é conhecido da vítima. Por isso, segundo ela, a punição mais severa pode afastar a vítima da denúncia e da rede de proteção.
“Nunca vai ser fácil para a mulher fazer a denúncia, primeiro porque ela vai ser culpabilizada, pela roupa que estava usando, por não conseguir fazer com que a situação parasse.” Bárbara Libório acrescenta ainda que, se a denúncia for contra agressor que faz parte do círculo social, “ela vai ser culpabilizada por esse círculo também, que vai questionar por que ela fez isso com esse homem”.

Conscientização

Bárbara defende políticas públicas para evitar que essas condutas e essa cultura perpetuem na sociedade, como campanhas de conscientização sobre a violência contra a mulher, inclusive sexual, e capacitação de profissionais para reconhecerem, monitorarem e acompanharem esses casos. Conforme ela, esse tipo de política coloca a vítima como protagonista e a ajuda a sair da situação.
Na Câmara, foi apresentado recentemente pelo deputado Deuzinho Filho (Republicanos-CE) o PL 4181/20, que inclui nos cursos de formação de professores conteúdos programáticos, treinamento e orientação para identificar sinais de maus-tratos e abuso sexual praticados contra criança e adolescente.

Impunidade

O deputado Carlos Jordy nega a existência de uma cultura do estupro no País. “Essa tal da teoria da cultura do estupro é algo totalmente fantasioso, que remete a um delírio, que diz que os homens são criados numa cultura do machismo, que eles têm poder sobre a mulher e querem ganhar a mulher à força, e a solução seria discutir gênero, discutir feminismo”, criticou.
Para ele, “um doente, que tem os impulsos sexuais salientados, não vai deixar de estuprar por estar aprendendo sobre gênero e feminismo”.
“O que resolve, o que vai intimidar a prática do estupro é pena dura, pena rígida, fazer com que o criminoso apodreça na cadeia”, opinou.
Já o deputado Capitão Alberto Neto (Republicanos-AM) admite a existência de cultura do estupro no País, mas acredita que ela “se perpetua no Brasil por conta de um outro tipo de cultura: a cultura da impunidade”. No PL 4285/20, ele propõe a imprescritibilidade dos crimes de estupro e estupro de vulnerável.
“Muitas vezes, as vítimas passam anos de suas vidas em silêncio, temendo todas as consequências pessoais e sociais de apontarem seus agressores. A demora em fazê-lo, fatalmente, leva à prescrição desses crimes, fazendo como que essas pessoas deixem de ser punidas pelos seus crimes”, afirmou.

Exposição em meios de comunicação

O deputado Júlio Delgado (PSB-MG), que apresentou três PLs (4265/20, 4266/20 e 4267/20) nesta semana sobre o tema, também quer endurecer a punição para o estupro de vulnerável, em especial se resultar em gravidez.
Em um dos projetos, ele propõe ainda a inclusão de um novo crime na legislação: divulgar, por qualquer meio de comunicação, site ou mídias sociais, nome, ato ou documento relativo à criança ou adolescente vítima de estupro ou ato libidinoso. A pena prevista é de reclusão de 10 a 25 anos.
A ideia do parlamentar é punir quem causar exposição e constrangimento da vítima, como no caso da menina de 10 anos estuprada pelo tio.
Agência Câmara de Notícias

Criação do imposto único está sendo discutido com estados e municípios



O Ministério da Economia informou hoje (22) que está dialogando com estados e municípios para a unificação de impostos federais e estaduais em um futuro Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que consta na proposta de reforma tributária do governo, enviada ao Congresso no mês passado.
O texto do governo deverá ser unificado às propostas da Câmara e do Senado que tramitam na Comissão Mista da Reforma da Tributária desde o início do ano.
“O Ministério da Economia esclarece que não procedem informações veiculadas hoje na imprensa afirmando que o governo vai retirar apoio à construção de uma reforma tributária ampla”, informou a pasta, em comunicado à imprensa.
Os secretários estaduais de Fazenda também defendem uma reforma tributária ampla. A proposta apresentada pelo Ministério da Economia acaba com o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e cria um novo imposto sobre consumo de bens e serviços com alíquota única de 12%. O governo federal promete ainda mandar outros projetos sobre a reforma tributária.
Em participação na comissão mista no início do mês, o ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu que fatiar as propostas é melhor para o entendimento das mudanças pretendidas. Ele reforçou o desejo de discutir um imposto sobre serviços digitais.
Além disso, o ministério destacou neste sábado (22) que continua trabalhando em outros pontos da reforma tributária já anunciados como a desoneração da folha, “como medida de estímulo à formalização e ao emprego, para atender horizontalmente a todos os setores da economia, impulsionando o crescimento do país”.
Agência Brasil

Programa Turismo Cidadão troca pontos da Nota Potiguar por diárias e passeios de buggy

Foto: Sandro Menezes

O Governo do Estado deu início nesta segunda-feira, 24, ao Programa Turismo Cidadão, que permite a troca de pontos acumulados no Programa Nota Potiguar por diárias e passeios de buggy.
A governadora Fátima Bezerra destacou no ato de lançamento, realizado no auditório da governadoria, que “o turismo é atividade primordial para a geração de empregos e renda, sendo muito importante para a economia do nosso Estado”.
O novo programa vai cadastrar pousadas, hotéis e serviços de passeio turístico em buggies que estejam regularizados junto ao Selo Turismo + Protegido. O selo atesta que estas empresas treinaram os funcionários e praticam as regras de segurança sanitária.

Suboficial da reserva da Marinha é morto a tiros com a própria arma


whatsapp-image-2020-08-23-at-21.40.05Um suboficial da reserva da Marinha foi assassinado a tiros com a própria arma neste domingo (23), após uma confusão em um posto de combustíveis às margens da RN-313, no bairro de Cajupiranga, em Parnamirim, na Grande Natal. Ele levou 6 tiros e morreu no local, antes da chegada do socorro.
De acordo com a Polícia Militar, o suboficial da reserva da Marinha, Maurício da Silva Gomes, de 63 anos, estava no carro com a esposa vindo de uma chácara de amigos quando parou para abastecer por volta das 16h30.
Segundo a PM, ele percebeu que estava acontecendo uma discussão entre o filho de uma frentista e outro homem, que segundo a Polícia, estava sob efeito de entorpecentes. O Suboficial saiu de dentro do veículo para tentar impedir a briga.
Ainda segundo a PM, no momento da confusão, a arma que estava com o suboficial caiu ao chão. O homem que se encontrava visivelmente drogado, pegou a arma e efetuou seis disparos à queima- roupa contra Maurício, que morreu no local.

Ronaldinho e Assis ganham liberdade após 171 dias detidos e deixarão o Paraguai


BB18k9TjRonaldinho Gaúcho e Roberto Assis estão em liberdade após o juiz de garantias Gustavo Amarilla aceitar nesta segunda-feira o acordo feito pelos advogados dos ex-jogadores com o Ministério Público do Paraguai. Assim, após 173 dias no país (171 deles detidos), eles poderão retornar ao Brasil.
O duas vezes melhor do mundo e seu irmão foram presos em Assunção em 6 de março por tentar entrar no Paraguai com passaportes e cédulas de identidade falsas. Eles ficaram 32 dias detidos na Agrupación Especializada, presídio de alta segurança, até conseguirem a prisão domiciliar no Hotel Palmaroga deixando 1,6 milhão de dólares como garantia.

Ações da PRF aumentam apreensões de drogas nas rodovias federais


PRFAs apreensões de drogas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), nas rodovias federais, têm aumentado em todo o país. Nesse domingo (23) e na semana passada, foram realizadas ações que resultaram na apreensão de mais de 7 toneladas de drogas.
Ontem, a PRF, em ação conjunta com a Força Tática da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, apreendeu mais de 3 toneladas de maconha. A droga estava escondida em um caminhão que trafegava pela BR-359, em Coxim (MS). Na altura do quilômetro (km) 170, o veículo foi abordado pelos policiais que, após uma busca, localizaram a droga.
Na tarde desse domingo, a PRF apreendeu, também,  cerca de 3 quilos de crack, durante abordagem a um veículo com placas de São Paulo, no km 172 da BR-050, em Uberaba, em Minas Gerais.  Uma vistoria feita no automóvel, os policiais acharam de três embalagens contendo a droga. Ela estava escondida em um compartimento secreto do carro.

o boletim epidemiológico desta segunda-feira (24/08). ⠀

A imagem pode conter: texto que diz "CORONAVÍRUS COVID-19 BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO 23 CASOS SUSPEITOS 68 CASOS DESCARTADOS 27 CASOS CONFIRMADOS CASOS MONITORADS MONITORADOS CASOS RECUPERADOS 20 01 ÓBITOS 01 EM ASSOCIAÇÃO AO COVID 24 CASOS INCONCLUSIVOS 4/08/2020 ATUAIZA18 AS18H ÀS ATÉ नत JAPI"

sábado, 22 de agosto de 2020

Novo decreto amplia horário de funcionamento de shoppings em Natal

Um novo decreto editado pela Prefeitura de Natal e publicado na edição deste sábado (22) do Diário Oficial do Município amplia o horário de funcionamento dos shoppings centers, bares, restaurantes e demais serviços de alimentação. Com a alteração, os shoppings centers com sistema de ventilação por ar-condicionado, respeitado o limite de 50% de sua capacidade de ocupação, podem funcionar todos os dias da semana das 11 às 21 horas.
Já os bares e demais serviços de alimentação (restaurantes, pizzarias, lanchonetes, food parks, buffets, casas de recepções e similares permanecem com horário de funcionamento das 11 às 23h em todos dias da semana, para as vendas de salão, podendo acomodar o máximo de 8 (oito) pessoas por mesa, desde que pertencentes ao mesmo núcleo familiar, e garantido o distanciamento mínimo de 1,5m entre as mesas.
O decreto mantém a permissão para uso de som ambiente com música ao vivo, com limitação de até 4 (quatro) artistas, sendo 1 (um)(a) cantor(a) e até 3 (três) músicos e/ou instrumentistas, sendo que todos, à exceção do cantor, deverão utilizar máscaras de proteção.
Todas as modificações contaram com o respaldo do Comitê Científico Municipal de Enfrentamento da Covid-19 que levou em consideração os números decrescentes alcançados pela capital potiguar em relação à ocupação de leitos, número de novos casos, óbitos e taxa de transmissibilidade, mesmo com a flexibilização gradual das atividades econômicas na cidade.
A Prefeitura ressalta ainda no documento que a fiscalização do cumprimento do decreto caberá à força tarefa municipal composta por servidores da SEMDES, PROCON, SEMURB, SEMSUR e SMS, que poderão, inclusive, interditar o estabelecimento que descumprir as regras estabelecidas pela Administração Pública Municipal.

Abusando da Fé: ‘Padre pop’ de Goiás usava recursos de associação para comprar imóveis de luxo, fazendas e gado, diz MP

Segundo o Ministério Público de Goiás, a Associação Filhos do Pai Eterno (Afipe), comandada desde 2004 pelo padre Robson de Oliveira, arrecada por mês cerca de R$ 20 milhões em doações.
A investigação do MP, como publicamos, apura se parte do valor foi usado de forma irregular em benefício de determinadas pessoas ligadas à associação. O padre e outros investigados teriam usado recursos da Afipe para a compra de imóveis luxuosos, fazendas e gado.
Após o Ministério Público deflagrar a “Operação Vendilhões”, que investiga supostos crimes de apropriação indébita, lavagem de dinheiro, falsificação de documentos, sonegação fiscal e associação criminosa, o ‘padre pop’ de Goiás pediu afastamento de suas funções do Santuário Basílica do Divino Pai Eterno e da Afipe.

Nove pessoas da mesma família são vítimas de afogamento em Búzios

Guarda-vidas do Corpo de Bombeiros salvaram 9 pessoas da mesma família foram vítimas de afogamento na praia de Búzios no início da tarde deste sábado (22).
Segundo informações do próprio Corpo de Bombeiros, ao perceberem alguns membros da família tentando sair da água e não conseguir, familiares resolveram entrar para ajudar e também não conseguiram.
Os guarda-vidas regataram e socorreram todas as vítimas. Três delas que necessitavam de mais cuidados foram conduzidas até unidades hospitalares da região.

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Eleições 2020: onze partidos estão aptos para receber Fundo Eleitoral




Apenas 11 dos 33 partidos políticos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cumpriram, até o momento, todas as exigências previstas na legislação e foram habilitados a receber recursos do Fundo Eleitoral para as Eleições de 2020.
Dos R$ 2,03 bilhões que serão disponibilizados pelo Tesouro Nacional para este fim, R$ 797,6 milhões terão como destino essas legendas, o que corresponde a 39,2% do valor total.
De acordo com o TSE os partidos que já foram autorizados a receber os recursos são PSL (R$ 199,4 milhões); PSD (R$ 138,8 milhões); PSDB (R$ 130,4 milhões); PL (R$ 117,6 milhões); PTB (R$ 46,6 milhões); Solidariedade R$ 46 milhões); Patriota (R$ 35,1 milhões); PSC (R$ 33,2 milhões); Rede (R$ 28,4 milhões); PV (R$ 20,4 milhões); e PMB (R$ 1,2 milhão). O partido Novo e o PRTB, que teriam direito a receber R$ 36,5 milhões e R$ 1,2 milhão, respectivamente, abriram mão das verbas do Fundo para as Eleições Municipais de 2020 por decisão interna das legendas.
Segundo o TSE, os recursos do fundo são liberados às legendas somente “após a definição dos critérios para a sua distribuição, que devem ser aprovados pela maioria absoluta dos membros dos diretórios nacionais de cada agremiação e, posteriormente, informados e certificados pelo Tribunal”.
Ainda estão em fase de diligência os documentos encaminhados por PP (R$ 140,6 milhões), Republicanos (R$ 100,6 milhões), DEM (R$ 120,8 milhões), e DC (R$ 4 milhões). Após o envio dos documentos, cabe à Presidência da Corte certificar que as petições dos partidos contêm todos os requisitos exigidos para a liberação do fundo, determinar a transferência dos recursos às contas bancárias informadas pelas legendas e publicar os critérios fixados pelos partidos, informou o TSE.
Entre os critérios de distribuição do fundo está a obrigação de aplicação mínima de 30% do total recebido para o custeio da campanha eleitoral das candidatas do partido ou da coligação. Os valores absolutos e os percentuais desse custeio devem ser amplamente divulgados pelos partidos, de forma a permitir o controle da Justiça Eleitoral.

Empresários potiguares retomam confiança em agosto



O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) do Rio Grande do Norte passou de 43,7 para 58,9 pontos na passagem de julho para agosto, mostrando que os empresários potiguares retomaram a confiança, após quatro meses apontando pessimismo.
Ressalte-se, no entanto, que este aumento da confiança se deve, principalmente, ao maior otimismo dos empresários com relação aos próximos seis meses.
No que tange às condições atuais, a sondagem revela situação menos desfavorável do que a vigente nos últimos seis meses. Executivos dos dois segmentos pesquisados (indústria da construção e indústrias extrativa e de transformação) registraram indicadores acima de 50 pontos, o que significa confiança. As médias e grandes empresas reportam confiança, enquanto as pequenas demonstram menor falta de confiança.
Comparando-se o ICEI do Rio Grande do Norte com o do Brasil, divulgado dia 12/08 pela CNI, e o da região Nordeste, observa-se plena convergência, e confiança puxada por expectativas otimistas em relação aos próximos seis meses. No caso nacional, a confiança foi recuperada após quatro meses registrando falta de confiança.
O ICEI nacional atingiu 57,0 pontos em agosto, 9,4 pontos frente ao índice de julho (47,6 pontos). Com esse aumento, o índice encontra-se 3,6 pontos acima de sua média histórica (53,4 pontos) e 2,4 pontos abaixo do observado em agosto de 2019 (59,4 pontos).
Ressalte-se ainda que, o indicador nacional acumula crescimento de 22,5 pontos no período de maio a agosto, porém insuficiente para recuperar a queda de 25,8 pontos registrada em abril, reflexo da forte contração na atividade e elevada incerteza em razão da pandemia de Covid-19. Em relação ao Nordeste, o ICEI atingiu 56,5 pontos, 8,6 pontos sobre o valor observado em julho (47,9 pontos) e 3,1 pontos aquém do indicador de agosto de 2019 (59,6 pontos).

Governo prevê regulamentação do marco do saneamento em setembro



O governo federal espera editar no mês que vem o decreto para a regulamentação do novo marco legal do saneamento básico. A expectativa é do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.
Ele prevê que a redação do decreto esteja concluída em 20 dias e a publicação em até mais 10 dias. O texto será elaborado após o prazo de consulta pública sobre o tema, que termina nesta sexta-feira (21).
Marinho participou, no início da tarde, de audiência pública online sobre o decreto. O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) não publicou minuta do decreto, mas as sugestões podem ser enviadas pelo portal Participa + Brasil.
A elaboração da norma está prevista na Lei nº 14.026/2020. O decreto vai regular as condições para que empresas concessionárias atuem no saneamento básico, além de fixar parâmetros para a prestação dos serviços. Segundo a lei, o governo deve indicar como se dará o apoio técnico e financeiro da União à adaptação dos serviços públicos de saneamento básico nos estados, municípios e Distrito Federal.
Rogério Marinho avalia que a “iniciativa privada não vai entrar em projeto que não tenha viabilidade econômica”. Ele, no entanto, assegurou durante a audiência pública que os municípios pequenos “não serão abandonados pelo governo [federal]” e que “continuará a assistência técnica e financeira.”
Conforme nota do MDR, seis pontos estão em aberto na consulta pública: indicadores técnicos, econômicos e financeiros a serem analisados para a verificação da capacidade das empresas; as formas de comprovação da capacidade econômico-financeira das prestadoras para assinatura, renovação ou aditamento de contratos; etapas para a comprovação da capacidade das contratadas; responsabilidade pelo processo de análise e retificação das informações fornecidas pelas empresas; fontes de dados para a avaliação da capacidade econômico-financeira e sobre a prestação dos serviços; além de critérios de transparência e rastreabilidade das informações.
São serviços de saneamento básico o abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos, além da drenagem e o manejo de águas pluviais (chuva). O governo federal é responsável pela política nacional do setor.
De acordo com o Instituto Trata Brasil, 35 milhões de brasileiros não tem acesso aos serviços de água tratada, quase metade da população vive em locais sem coleta de esgotos, e menos da metade (46%) dos esgotos coletados são tratados.

Lei que libera crédito a micros e pequenas empresas via maquininha é sancionada



A lei que cria um programa de crédito com linhas para microempreendedores individuais (MEIs), micros, pequenas e médias empresas para amenizar a crise provocada pela pandemia de covid-19 no país está publicada na edição desta quinta-feira (20) do Diário Oficial da União (DOU).  
O Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac) foi criado em junho por meio da Medida Provisória (MP) 975/2020 e aprovado pelo Senado na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 24/2020. A sanção como Lei 14.042, de 2020, pelo presidente Jair Bolsonaro veio nesta quarta-feira (19), com vetos.
A norma possibilita que os MEIs, as micros e as pequenas empresas tomem até R$ 50 mil emprestados por meio de maquininhas de cartão, possibilidade incluída na Câmara e mantida no Senado.
O micro e o pequeno empresário interessado em acessar o crédito por meio da maquininha terá de ceder ao banco ou instituição financeira que fez o empréstimo 8% dos direitos creditórios sobre vendas futuras realizadas por meio do aparelho.
O valor do empréstimo concedido pelo banco terá como limite o dobro da média mensal das vendas liquidadas por meio de arranjos de pagamentos. A taxa de juros será de 6% ao ano, com prazo de 36 meses para o pagamento, incluído o prazo de carência de seis meses para o início do pagamento.
Deputados e senadores incluíram no texto original dispositivo que determina que a União libere R$ 10 bilhões para essa modalidade de empréstimo por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Peac-FGI

Além da Peac-Maquininhas, a nova lei prevê outra modalidade de empréstimos: o Peac-FGI, garantido pelo Fundo Garantidor de Investimentos (FGI), do BNDES. Essa modalidade é destinada a empresas de pequeno e médio porte, associações, fundações de direito privado e a sociedades cooperativas com receita bruta entre R$ 360 mil e R$ 300 milhões em 2019. Para isso, a União poderá aumentar em até R$ 20 bilhões a participação no Fundo Garantidor de Investimento (FGI).
As instituições financeiras participantes do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe — Lei 13.999, de 2020) operarão com recursos próprios e poderão contar com garantia a ser prestada pelo Fundo Garantidor de Operações (FGO), de até 100% do valor de cada operação garantida.

Vetos

O presidente Jair Bolsonaro vetou trechos da proposta aprovada pelo Congresso, entre eles a previsão de que seriam suportados pela União o risco de inadimplemento das operações de crédito e as eventuais perdas financeiras relativos à Peac-Maquininhas:
“A propositura legislativa faz recair sobre o Estado a responsabilidade de quaisquer perdas financeiras. Com isso, a União poderá ser responsável por outros riscos financeiros que extrapolam o de inadimplemento, como os riscos advindos de processos judiciais e de cobrança, em potencial prejuízo ao próprio programa”, alegou o governo na mensagem de veto encaminhada ao Congresso. 
O governo também retirou do texto a previsão de que os recursos destinados pela União para cobrir o programa viessem do Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese) de que trata a Medida Provisória 943/2020, que não foi analisada pelo Congresso.
“A propositura legislativa ao estabelecer, por intermédio de emenda parlamentar, que os recursos a serem destinados ao Peac-Maquininhas serão oriundos dos valores inicialmente previstos para o Programa Emergencial de Suporte a Empregos — Pese, de que trata a Medida Provisória nº 943, de 3 de abril de 2020, que abriu crédito extraordinário, gera insegurança jurídica, tendo em vista que a referida Medida Provisória perdeu sua eficácia em 31 de julho de 2020. Ademais, o dispositivo pode se restringir à utilização dos recursos que não foram usados no Pese, impossibilitando o aporte de novos recursos nessa modalidade do programa”, justifica o veto. 
Os vetos poderão ser mantidos ou derrubados em sessão do Congresso Nacional que ainda precisa ser convocada para essa finalidade. 

Programa Emergencial de Suporte a Empregos é sancionado por Bolsonaro



O presidente Jair Bolsonaro sancionou, nesta quarta-feira (19) a Lei 14.043/2020, que institui o Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese). O ato foi publicado na edição desta quinta-feira (20) do Diário Oficial da União. 
A norma — derivada da Medida Provisória (MP) 944/2020, aprovada pelo Congresso Nacional no fim de julho — concede uma linha de crédito especial para pequenas e médias empresas pagarem salários durante o estado de calamidade pública decorrente do novo coronavírus.
Os juros fixados são de 3,75% ao ano, com carência de seis meses e prazo de 36 meses para o pagamento. Os bancos participantes podem pedir o crédito até 31 de outubro de 2020. O programa prevê a participação de instituições financeiras privadas na concessão do empréstimo, que entrarão com 15% dos recursos emprestados ao tomador final.
Estão sendo beneficiadas empresas, sociedades empresariais e sociedades cooperativas, exceto as de crédito. Poderão recorrer ainda ao empréstimo as sociedades simples, as organizações da sociedade civil, as organizações religiosas e os empregadores rurais (pessoas físicas ou jurídicas).

Alterações

As mudanças feitas pelos parlamentares durante a tramitação da MP a transformaram num projeto de lei de conversão (PLV 28/2020). Foram aprovadas, por exemplo, a inclusão de organizações religiosas no rol de beneficiados pela linha de crédito, a criação de um sistema de garantias que facilite o acesso ao crédito, além do aumento da participação da União em R$ 12 bilhões para a concessão de garantias a empréstimos do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe — Lei 13.999, de 2020). 

Vetos

O presidente Jair Bolsonaro vetou três pontos da norma recém-sancionada. Entre eles, o artigo 17, autorizando o Fundo Geral de Turismo (Fungetur) a estabelecer programas de empréstimos para o setor. 
O governo alegou que, apesar do mérito da proposta, o dispositivo vetado autorizaria a criação de nova despesa a ser custeada pelo Fungetur sem estimativa do respectivo impacto orçamentário e financeiro. 
Os outros vetos recaíram sobre pontos específicos do artigo terceiro, que trata do financiamento para a quitação de verbas trabalhistas devidas pelos empregadores. 
Bolsonaro vetou a limitação em R$ 15 mil do valor máximo da utilização da linha de crédito do programa para o pagamento de acordo homologados na Justiça do Trabalho e para o pagamento de verbas rescisórias decorrentes de demissões sem justa causa para fins de recontratação de empregado demitido. 
Para o Poder Executivo, a medida, que foi inserida por emenda parlamentar, desestimula a solução alternativa de conflito, que é mais rápida e menos onerosa para o Estado do que a solução litigiosa via sentença trabalhista. Além disso, alegou, “está em descompasso com o objetivo maior do Programa Emergencial de Suporte a Empregos, de forma que não se mostra oportuna qualquer limitação que dificulte o reemprego de trabalhadores”. 

Tramitação

Agora os vetos terão que ser analisados em sessão conjunta do Congresso Nacional. Para a rejeição do veto é necessária a maioria absoluta dos votos dos parlamentares, ou seja, 257 votos de deputados e 41 votos de senadores, computados separadamente. Registrada uma quantidade inferior de votos pela rejeição em umas das Casas, o veto é mantido.

INSS adia para setembro retomada do atendimento presencial em agências

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) adiou para setembro a retomada do atendimento presencial em suas agências. A data ainda não foi definida e poderá ser anunciada ainda nesta sexta-feira (21).
A reabertura estava prevista para a próxima segunda-feira (24). A suspensão do atendimento nas unidades ocorreu em março em razão da pandemia de covid-19 e, desde então, o INSS e a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia vem prorrogando o atendimento remoto aos segurados e beneficiários.
O cidadão que tiver necessidade de acessar os serviços do INSS continua podendo recorrer aos canais remotos, o aplicativo Meu INSS e a Central 135. Segundo o INSS, essas formas de atendimento continuarão sendo utilizadas mesmo após a reabertura das agências e serão adotadas medidas para simplificação dos procedimentos e a ampliação do prazo para cumprir exigências.

Reabertura

Ainda de acordo com o órgão, em um primeiro momento, o tempo de funcionamento das unidades da Previdência será parcial, com seis horas contínuas, e o atendimento será exclusivo aos segurados e beneficiários com agendamento prévio pelos canais remotos.
Também serão retomados os serviços que não possam ser realizados por meio dos canais de atendimento remotos como perícias médicas, avaliação social e reabilitação profissional.
As agências que não oferecerem as condições mínimas para o funcionamento presencial poderão ficar de fora da reabertura. Neste caso, será mantido o regime de plantão reduzido para tirar dúvidas.
Matéria alterada às 18h42 para correção. O texto publicado inicialmente informava que as agências seriam reabertas na próxima segunda-feira (24).

Ação Solidária da LBV chega a comunidade Olga Benário no bairro planalto


A sua doação chegou: LBV beneficia famílias do assentamento, instalado nas imediações de um antigo cemitério.

Nesta terça-feira, 18 de agosto, a LBV acionou sua Rede Sociedade Solidária e, com o apoio do Movimento de Luta por Moradia Popular (MLMP), entregou alimentos e itens de limpeza a famílias que residem na comunidade Olga Benário, no bairro Planalto, na zona oeste da capital.
Cerca de 120 famílias moram neste assentamento, instalado nas imediações de um antigo cemitério. Os moradores tiram sua renda da coleta de material recicláveis e de auxílio emergencial do governo.
Para amenizar os impactos gerados pela pandemia, entregamos uma cesta de alimentos com arroz, feijão, óleo de soja, açúcar, macarrão, farinha de mandioca, fubá, extrato de tomate e sal. Já o kit de limpeza era composto por sabão, água sanitária, desinfetante, detergente e limpador multiuso.
A emoção era visível no olhar de cada pessoa beneficiada pela ação emergencial. Charlene Baracho Martins, de 38 anos, é mãe de quatro crianças. Sem renda fixa, vende geladinho e fabrica produtos de limpeza junto com o esposo. Além disso, confecciona produtos com itens recicláveis para complementar o orçamento familiar. “Muitos nos veem como favelados, mas vejo como apartamentos, quando saio digo que moro em bloco e quadra. Recebo [a doação] de coração aberto, porque não é toda vida que a gente tem, sempre passamos aperto, mas Graças a Deus dá para ir levando. Veio arroz, feijão, açúcar, macarrão, farinha de trigo para fazer um bolo. Às vezes digo que vou comprar, mas não tenho condições. Fiquei muito contente”, disse.
Dona Maria Eliane do Nascimento, 44 anos, está desempregada e está sofrendo para sustentar a casa e os três filhos.
“Um dia antes não tinha nada para alimentar meus filhos. Falei com Deus, que chegou com a providência: essa ajuda da LBV. Chegou em boa hora para alimentar meus filhos. Só tenho a agradecer o trabalho de vocês e a todos que colaboraram”, comentou. Para Fabiana da Silva, a representante do movimento MLMP, a ajuda veio em bom momento: “Quero agradecer a LBV pelo apoio, aqui temos muitas mulheres desempregadas com mais de oito filhos, uma vida com situações difíceis. Falta médico, água, segurança, principalmente para nossas crianças. Fico feliz porque tudo aqui é feito com muito amor. Agradeço o carinho, o amor diante do trabalho de vocês aqui, como também em outros Estados”.
Vale destacar que tomamos todas as medidas preventivas para evitar aglomerações, seguindo todas as recomendações dos órgãos competentes. As pessoas beneficiadas foram orientadas para estarem de máscaras e tiveram ainda a higienização das mãos com álcool em gel 70%.
Neste momento, sua Boa Vontade é o caminho para que mais pessoas se previnam desse vírus e tenham condições de o enfrentarem com força e saúde.
Por isso, a Solidariedade não pode parar, a LBV solicita a todos que continuem ajudando, para que mais famílias sejam amparadas com a sua generosidade, e possam enfrentar esse momento desafiador. 
Faça a sua doação, acessando o site www.lbv.org, ou pelo telefone: (84) 3613.1655.