domingo, 13 de setembro de 2015

Menina descobre câncer depois de cortar cabelo para doar


Giovanna, de quatro anos, estava com o cabelo batendo na cintura na época do seu aniversário, em abril deste ano. Com o tema ‘Frozen’ já escolhido para a comemoração, ela manteve o cabelo longo para representar melhor a personagem Elsa. A promessa feita à mãe foi que logo depois do aniversário cortaria o cabelo e doaria os fios para a confecção de perucas que cobrissem a cabeça de crianças com câncer, que têm queda causada pela quimioterapia. E ela cortou.

Antes de doar, a pequena Giovanna prepararia uma cartinha expressando o desejo de ver esse cabelo transformado em peruca. Na mesma época, Mariana Campos, mãe da menina, viu um reflexo estranho no olho direito, mas achou que não era nada. “Deixamos passar porque estávamos de férias”, conta.

O tempo, então, foi passando. Em 27 de julho, Giovanna não quis ir ao curso de férias que estava frequentando e, por ser aniversário do pai, preferiu ficar em casa e acompanhar a mãe, que iria renovar a carteira de habilitação.

“Ela foi comigo e quis fazer tudo o que eu estava fazendo no Detran (Departamento Estadual de Trânsito). Na hora do exame médico, ela quis participar e o médico a deixou 'brincar' de fazer. Ela falava que estava vendo o azul, o amarelo e outras cores”, conta Mariana. “Quando cheguei em casa, eu disse para meu marido que estava com dificuldade de enxergar através do olho direito. Giovanna, então, disse que foi difícil para ela também. Me assustei. Como tinha sido difícil?”, relembra a mãe.

Mariana resolveu examinar o olho da filha. “Perguntei como estava enxergando e ela me disse que estava embaçado e com uma sujeirinha preta. O outro olho, no entanto, estava normal”.

Algo de errado

Mais do que depressa, Mariana e o marido marcaram um oftalmologista para consultar a pequena. “Levei minha filha ao médico, que examinou e disse que havia algo de errado na retina, mas não tinha certeza do que era. Ele a encaminhou para outro especialista”, diz.

O outro médico, conta Mariana, diagnosticou um nódulo no olho da menina, mas não soube afirmar se era um câncer. Foi quando um especialista em retinoblastoma, câncer de olho mais comum em crianças de até cinco anos, conseguiu fechar o diagnóstico: era câncer.

A garota começou o tratamento no GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e a Criança com Câncer) com quimioterapia intra-arterial, em que um cateter é inserido pela virilha e percorre o corpo até chegar na artéria ocular, onde o quimioterápico é inserido. “Não é aquela quimioterapia que estamos acostumados a ver. É uma quimioterapia direcionada”, conta Mariana.

A mãe conta que a rotina se manteve com pequenos inconvenientes. “É vida normal. Ela fica um pouco enjoada no dia do tratamento e não pode fazer muito esforço com a perninha porque o cateter é inserido pela virilha, mas não tem queda de imunidade. O máximo que pode acontecer é cair um pouco dos cílios e sobrancelhas”, conta.
Visita ao médico

Pelo temor de acontecer algo e quimioterapia local não poder ser mais usada, tendo de partir para a tradicional, a garotinha suspendeu temporariamente o envio do cabelo pelos Correios. “Como vimos outro menino em tratamento que a artéria ocular fechou, não permitindo mais que ele fizesse quimioterapia local, achei que, se isso acontecer, poderia usar o cabelo dela mesma”, conta a mãe se referindo a uma possível peruca.

De qualquer forma, a mãe de Giovanna afirma que o cabelo será doado pela filha e vai emoldurar o rosto de alguma criança com câncer. “Com o contato com o GRAACC, ela irá pessoalmente entregar para alguma criança”.

Diante da experiência dolorosamente vivenciada com a filha de quatro anos, Mariana faz um apelo: “Temos que falar sempre da importância de levar as crianças de zero a cinco anos no oftalmologista, de seis em seis meses. Quanto mais cedo se descobre o câncer, maior a chance de cura”

Chimbinha pode entrar na Maria da Penha


Chimbinha pode ser enquadrado pela Lei Maria da Penha caso a polícia aceite a denúncia feita por Joelma nesta quarta-feira, 9. Segundo informações da assessoria de imprensa da Polícia Civil do Pará, o caso, que foi registrado na delegacia do bairro Jaderlândia, em Ananindeua, foi transferida para a Divisão Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) já que a cantora alega estar sofrendo assédio constante do ex, que não se conforma com a separação dos dois.

"A Polícia Civil tem a esclarecer, a respeito da denúncia formalizada pela cantora Joelma Mendes, na data de ontem, que o procedimento policial instaurado na Delegacia da Jaderlândia foi transferido para a Divisão Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM), unidade policial de referência nacional na investigação de crimes relacionados à violência contra a mulher. A transferência do inquérito se deve em decorrência da natureza do crime denunciado, que está previsto na Lei Maria da Penha, e ainda pela repercussão do fato", diz comunicado enviado ao EGO na tarde desta quinta, 10.

Ainda segundo o órgão, o vazamento do boletim de ocorrência registrado pela cantora para a internet realmente está sendo investigado pela Corregedoria Geral do estado, como revelado por Rosalinda Arraes, delegada titular que estava cuidando da denúncia anteriormente.

"Ao mesmo tempo, a instituição policial esclarece que, por meio de sua Corregedoria-Geral, instaurou procedimento policial para apurar o vazamento ao público de informações contidas no boletim de ocorrência registrado pela cantora na Delegacia da Jaderlândia. A Polícia Civil ressalta ainda que todas as informações referentes à apuração da denúncia serão tratadas em absoluto sigilo, conforme previsto na legislação penal brasileira", afirma a assessoria.

Entenda o caso

Joelma deu o que falar nesta quarta-feira, 9, ao ser flagrada registrando um boletim de ocorrência na delegacia do bairro do Jaderlândia, em Ananindeua, no Pará. E, apesar do motivo da denúncia não ter sido divulgado oficialmente, o conteúdo do documento acabou vazando e foi parar na internet, revelando que ela procurou a polícia para reclamar do insistente assédio do ex-marido, Chimbinha.

Os dois vivem uma série crise, que tem refletido em sua banda, a Calypso, desde que uma traição do guitarrista veio a público. Procurada pelo EGO, nesta quinta-feira, 10, para esclarecer a ida de Joelma à delegacia, Rosalinda Arraes, delegada titular do local, que está cuidando do caso, não quis dar detalhes sobre a investigação, mas confirmou que o B.O que vem circulando é verdadeiro.

"Não posso falar nada sobre o caso. Ela pediu privacidade e tem esse direito. Aqui ela não é a Joelma, é uma usuária como outra qualquer. Infelizmente, alguma coisa acabou vazando. Mas o caso está sendo apurado pela corregedoria da Polícia Civil. A delegacia está sendo investigada para saber quem entrou no sistema e passou as informações para a imprensa. Eu mesma fiz a denúncia porque meu trabalho é sério e eu não admito que isso aconteça com o meu trabalho. Como diz o ditado, não puxo sardinha para um lado nem para o outro", afirma a delegada.  

A ocorrência registrada por Joelma diz que ela teme por sua integridade física, já que Chimbinha teria um histórico violento e, inclusive, teria agredido fisicamente um bailarino da banda. A cantora reclama que o ex não se conforma com sua decisão de se separar e tem a ameaçado psicologicamente, ligando constantemente para ela e pessoas próximas.

Questionada se há previsão para o fim das investigações, Rosalinda falou: "O caso está praticamente encerrado. Já ouvimos ela e a testemunha. Só falta ele prestar depoimento e ser ouvido e isso deve acontecer em breve"

Ex-jogador Edilson é alvo de operação da PF contra fraudes em loterias


O ex-jogador da Seleção Brasileira Edilson Capetinha, pentacampeão do mundo em 2002, é um dos alvos da Polícia Federal na Operação Desventura, que investiga um esquema de fraudes no pagamento de loterias da Caixa Econômica Federal. Agentes da PF foram até a casa do ex-atleta para cumprir um mandado de busca e apreensão. Um primo de Edilson, que ainda não teve o nome divulgado, também é um dos alvos da operação, que, desde o início do dia, é realizada nos estados de Goiás, Bahia, São Paulo, Sergipe, Paraná e no Distrito Federal.
 
Ao todo, são 54 mandados judiciais expedidos, cinco deles de prisão preventiva e oito de prisão temporária. Há também mandados de condução coercitiva e busca e apreensão. 

Segundo a investigação, a quadrilha validava bilhetes de loteria falsos, de prêmios que não foram resgatados. O esquema funcionava com a ajuda de correntistas da Caixa Econômica Federal, que movimentavam grande quantias de dinheiro e recrutavam gerentes do banco para a quadrilha. Edilson, segundo a PF, fazia parte do grupo de correntistas que realizava os desvios.

Só em 2014, ganhadores de loterias deixaram de resgatar mais 
de R$ 270 milhões em prêmios da Mega-sena, Loteca, Lotofácil, Lotogol, Quina, Lotomania, Dupla-sena e Timemania. Segundo a polícia, era esse dinheiro que a quadrilha desviava, com a ajuda dos funcionários do banco, capazes de validar os bilhetes falsos com suas senhas. Um dos integrantes do esquema, que também não foi identificado, chegou a ser preso durante as investigações, quando tentava aliciar um gerente para sacar um bilhete no valor de R$ 3 milhões. Meses depois de ser liberado pela Polícia Federal, ele foi morto.

Segundo a PF, os envolvidos vão responder por organização criminosa, estelionato qualificado, tráfico de influência, corrupção ativa e passiva, falsificação de documento público, evasão de divisas. A investigação teve o apoio do Setor de Segurança Bancária Nacional da Caixa Econômica Federal e contou com cerca de 254 agentes federais. A reportagem do EXTRA tentou contato com Edilson e seus advogados, mas não foi atendida.
 
Em 2014, Edilson foi preso, em Salvador, por não pagar pensão alimentícia para o filho. Na ocasião, o ex-jogador pagou a dívida de R$ 102 mil e deixou a cadeia, depois de dois dias detido.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Em outubro acontece a festa social da Padroeira de Santa Teresinha em Tangará, confira:

festa

          Blog do DJ Bigode

Filha entra na Justiça contra Frank Aguiar; bens do cantor são bloqueados

Frank Aguiar recebeu intimação para pagar mais de R$ 40 mil para Luma P. César de Aguiar, de 19 anos, filha dele com Andrea César. Segundo o próprio cantor disse a familiares, bens dele foram bloqueados. Se ele não pagar, pode ser preso.
De acordo com a mãe da moça, Frank parou de depositar em março do ano passado e, antes disso, não estava pagando tudo o que foi determinado judicialmente.
Ele está muito chateado, pois não esperava que a própria filha fosse processá-lo. O cantor acha que a menina deveria trabalhar, pois já não é mais criança.
O blog recebeu um áudio de Frank dizendo que está magoado com a situação, que teve bens bloqueados, e que não se conforma com o que está acontecendo.
Andrea afirmou que até a semana passada o cantor havia depositado apenas R$ 922,00.
O blog tentou mais de uma vez ligar no celular de Frank, mas ele não atendeu. A assessoria dele também foi procurada.

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É AMANHÁ NO RELA CASA SHOW


Saiba por onde anda Marcondes, ex Boladões do Forró

cantorMarcondes era forrozeiro do Nordeste. Tinha muita fama, sucesso, era de uma família muito respeitada no interior do Sergipe, mas perdeu tudo ao entrar no mundo das drogas.
Seu pai chegou a ser prefeito de Maruim, um cidade do interior de Sergipe de aproximadamente 16 mil habitantes. No entanto, uma tragédia marcou sua vida: o pai cometeu suicídio quando ele tinha dois anos.
Aos 4 anos de idade, a mãe viúva se relacionou com outro homem que, por sua vez, acabou matando-a. Sua avó, então, colocou Marcondes e seus irmãos para frequentar a igreja. Aos 6 anos, ele ficou com vontade de cantar e, dentro da Igreja, conheceu Raiana.
— Hoje eu perdoo as pessoas que fizeram isso com a minha mãe.
Ele e sua esposa formaram a banda Boladões do Forró que, por sua vez, foi parar nas rádios do Nordeste. O sucesso foi tão grande que o grupo chegou a abrir shows de famosos, gravar CD e DVD!
No auge da carreira, Raiana ficou grávida de Cauã, o primeiro filho. No entanto, Marcondes começou a ter comportamentos estranhos e se tornou dependente químico, usuário de crack.
— A rebeldia já estava dentro do meu coração. Do lado da minha casa tinha um traficante e ele queria virar a minha mente pras coisas ruins.
Para tentar fugir dos problemas, ele veio para São Paulo e acabou indo morar na Cracolândia. Chegou a trabalhar em uma transportadora durante a noite, mas durante o dia perambulava.
Na tentativa de se livrar do vício, saiu da capital e foi procurar abrigo em Guarulhos, onde acabou indo morar embaixo de uma ponte.
— Eu queria um lugar porque dentro de São Paulo eu tinha vontade de usar droga. Aqui vinha os irmãos da igreja também… Esses dias passou um homem e disse: “Daqui uns dias você vai ter um presente aqui debaixo dessa ponte”.
Sua história começou a mudar quando conheceu Cássio, um homem que parou para ouvir seu canto e sua história durante uma festa em que Marcondes pedia esmola.
— Teve tudo e perdeu por causa das drogas. Viu o filho dele com 2 anos e depois nunca mais! O filho dele só dormia deitado no peito dele e ele tinha o sentimento de que o filho não conseguiria mais dormir depois que ele saiu.
Marcondes foi encontrado lavando roupa em uma praça pública. Ele ficou surpreso e revelou que está há dois anos sem utilizar drogas.
— De todas as coisas que a droga me fez… Graças a Deus que eu nunca peguei uma cadeia, nunca tive nenhuma passagem… [Para abandonar as drogas] Você tem que ter uma intimidade com Deus, criar algo com Deus pra ter uma força de vontade.
O cantor mostrou que ainda tem dom para cantar e tocar.
— Meu sonho é sair da rua, construir minha vida… Hoje estou com 31 anos e quero pedir perdão àquelas pessoas que me ajudaram, me deram amor. Eu machuquei muito. A minha família, os meus irmãos… Sinto saudade dos meus amigos, das bandas que eu passei… Muitos dos meus amigos viram a minha queda, quando eu comecei no crack.

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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Márcia Fellipe e Samyra: a diferença também está na equipe de produção




MF InstaO blog Di Cum Força em Alagoas esteve no show de Márcia Fellipe e Samyra Show – no último final de semana – quando se apresentaram no 22º Festival do Muçunim e Gincana de Pesca e Arremesso, em Feliz Deserto, no litoral sul do Estado.
De fato, Márcia Fellipe levou o público ao delírio com o repertório bastante conhecido pelas pessoas que acompanham seu trabalho. O show, há de se reconhecer, tem uma energia forte que levanta o público presente.
Entretanto, quando se fala em equipe de produção, vai aqui uma crítica para a de MF: a falta de respeito – não de todos – de algumas pessoas que trabalham em contato com o público.
Há seguranças, produtores e assessores – que a própria artista não enxerga tais situações externas ao camarim – que deveriam passar por um curso de atendimento ao público ou Recursos Humanos (RH) para tratar melhor as pessoas.
maecia
A equipe deixou (se por ordem ou não da cantora) dezenas de admiradores esperarem quase uma hora para registrar o momento ao lado dela. Além disso, não todos os profissionais e sim meia dúzia, tratam – às vezes – com certa ignorância quem quer ver a artista pessoalmente. Sem falar que até para responder um questionamento são rudes.
Enfim…
Há situações em que observei “in loco” – desde a chegada de MF no camarim até a entrada para o palco – que não citarei para não criar um enfrentamento, mas um pouco de humildade – apesar do “estrelismo” subir na cabeça de muita gente – é necessário para que o sucesso não seja efêmero.
Menos estrelismo, menos ignorância, mais respeito com o público e muito mais humildade são itens válidos para quem cerca um artista.
Samyra Show
Por outro lado, ao contrário dessas situações desnecessárias por parte da produção de MF, a de Samyra Show mostrou-se cada vez mais atenciosa e simpática. Sem muita gente ao redor – falo de seguranças, produtores e assessores que querem aparecer mais que a artista – Samyra deu um show de simpatia e carisma ao receber as pessoas no camarim.
samyra
Não houve demora em atender o público, não precisou passar uma hora para trocar de roupa e fazer um lanche, aliás, ela – Samyra – fez tudo isso depois de receber os fãs e seguidores que aguardavam na porta do camarim. Por fim, não estava acompanhada por uma equipe que – como admirador do trabalho de MF – mal sabe lidar com o povo presente.
Portanto, deixando o lado “estrela ou estrelismo”, vale os parabéns para Samyra Show e Márcia Fellipe pelo espetáculo em palco.
Contudo, repito: equipe de MF precisa de um RH para fazer o público esperar com mais satisfação pela artista.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Nêga Malluka lança nova música; composição é de Alcides Santos

negamalukaA banda de forró Nêga Malluka divulgou, nesta sexta-feira (4), sua mais nova música. Intitulada de “Sua Indecisão, a composição é de Alcides Santos, ex-colunista do Forró Dicumforça.
A canção tem a participação de Bruna Magalhães, ex-Noda de Caju e Forrozão das Antigas.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

DESTAQUE DA SEMANA NO MUNDO DO FORRÓ


  • Aniversário de Solange gera grandes encontros de estrelas do forró


  • FESTA NO BAR DA AMIZADE